domingo, 29 de agosto de 2010

Eu encarei dentro de seus olhos, arregalados sob a grossa camada de cílios, e ansiei por dormir. Não pelo alívio, não para escapar do aborrecimento, mas porque eu queria sonhar. Talvez, se eu fosse capaz de ficar inconsciente, se eu pudesse sonhar, eu poderia viver por algumas horas num mundo onde ela e eu pudéssemos ficar juntos. Ela sonhava comigo. Eu queria sonhar com ela.
• Edward Cullen, em O sol da meia-noite.
Joey: Tenho uma parte doentia que adora este tipo de história.
Dawson: Que terminam mal?
Joey: Não, que nunca terminam. Pense bem, continuar a amar alguém sem esperança de um dia da certo… isso é romance.
Dawson: Isso é tragédia.
Joey: Nem todas as histórias de amor tem final feliz.
Dawson: Sim, mas pq exaltar as que não tem?
Joey: Desculpe, histórias tristes são mais fortes, eu as prefiro.
Dawson: Mas vc não acha que…
Joey: Fale.
Dawson: Dessa preferência, influencia nossa história de amor?
Joey: Claro que sim.
Dawson: Isso não a preocupa?
Joey: Não, o efeito é positivo, essas histórias lembram q o amor pode ser forte
Dawson: Mas terminam mal, Daniel Day-Lewis não fica com Michelle Pfeiffer.
Joey: A culpa não é deles, mas das circunstâncias.
Dawson: Que amor é esse q não consegue vencer as circunstâncias?
Joey: Apesar das circuntâncias, eles não deixam de se amar.
Dawson: Diga-me, Joey Potter… vc sempre me amará, não importa as circuntâncias?
Joey: Não importa… o final será feliz.

“Quando duas pessoas se dão as mãos, a sombra que se faz no chão é da mesma cor.”

O que está no seu “ctrl+c / ctrl+v”?

Homem que faz drama não é dramático, é idiota.

Respeito acima de tudo =D

[SONGFIC]What Did We Do?


[SONGFIC]What Did We Do?


Senti saudades. Chorei. Nunca mais te vi, fiquei com medo de voltar. Não consigo mais amar ninguém, pois o único amor que consegui ter foi ao teu lado.


Restrição: Há citações da música Alguém que te faz sorrir - Fresno. 
 Por : Ayla Miranda
Aquele seria o melhor dia para os dois, iriam viajar juntos. Francine namorava Max há seis meses e ele já havia depositado toda sua confiança nela. Eles se conheceram através de um amigo de Max, Flavio.
Max amava Francine e, por ele, iriam ficar juntos para sempre.
A viagem estava perfeita, os dois lá, naquele litoral, sozinhos, a lua, o mar e o mais importante: os dois juntos.
- E aê, meus amores! – Grita a voz que eles menos queriam ouvir.
- Flavio!? O que você está fazendo aqui?
Sempre era ele que estragava tudo! O intrometido. Flavio havia ido à mesma praia que estavam.
- Fiquem à vontade! Não vou ficar olhando! – Falou, deitando-se na rede. Francine olhou para o namorado e sorriu. Max não estava acreditando, tanta luta para ficarem sozinhos...
De manhã, o mar estava esperando, então foram. Os dois se divertiram muito e Flavio os olhava. O melhor amigo não sabia certo, mas, sem querer, estava desejando a namorada do outro. Max estava tentando acostumar-se com os olhares de Flavio para com Francine. Ele confiava muito no amigo e em sua namorada.
- Eu estou indo comprar comida, amor!
- Tudo bem, amor! Eu vou tomar banho. – Respondeu Francine, já no banheiro.
Max foi, mas Flavio ainda estava no mar. Porém, Max nem ligou, como ele poderia desconfiar dele? Era seu melhor amigo. Mal sabia que estava totalmente enganado.
Flavio desejava Francine perdidamente e foi até a praia em que estavam para vê-la, porém não podia trair Max. Mas Francine provocava. Saiu do banho só com a toalha cobrindo-a.
Flavio enlouquecia. Faoi até ela, os dois se olharam e, quando perceberam, os corpos, a pele, as bocas, já estavam juntos.

‘Alguém que não vai mentir, que não quer te magoar’
Max viu a cena pela janela do carro. Tudo estava acabado. O que ele sentiu, na hora, foi uma mistura de raiva, dor, traição... Não queria ver que tudo o que passou com Francine era mentira.
Com raiva, arrebentou a porta e Francine e Flavio se afastaram. Max, chorando, olhou para Francine, que estava assustada e tentava se explicar.
- Não, eu não vou acreditar em vocês! Para mim, vocês já não existem mais! – Arrancou a aliança do dedo e jogou-a no chão. – Sejam felizes!
Saiu. Flavio olhou para Francine.
- O que nós fizemos? Não era...
Francine não o ouviu e correu em direção a Max, que tirava o carro da garagem.
- Eu amo você, Max!
- Sério? – Falou ironicamente. – Bom pra você! Você fez uma coisa sem perdão, garota! Meu melhor amigo e meu grande amor, juntos? Não quero nem lembrar que você algum dia me beijou.

Tente me ouvir, tente me ver, com outro alguém do seu lado’
‘Max saiu com o carro e foi embora. Francine não sabia e não queria acreditar no que havia feito! Perdeu seu maior amor! Flavio não queria acabar com tudo, mas amava Francine desde pequeno.
- Eu não queria, mas eu te amo! – disse Flavio, segurando a mão de Francine.
- Me solta, você é tão idiota, olha o que você fez! Veio aqui para acabar com minha felicidade. Me esquece, Flavio!

Alguém que te faz sorrir, alguém que vai te abraçar, quando a escuridão cair, de mim você vai lembrar’


Fim

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Garoto: Parece que é para sempre.
Garota: Eu me pergunto se ele ainda se importa.

Garoto: Ela está melhor que nunca.
Garota: Eu não conseguia parar de olhar para ele.

Garoto: Eu perguntei como as coisas estão indo.
Garota: Eu perguntei sobre a nova namorada dele.

Garoto: Eu a escolheria entre qualquer garota que eu esteja agora.
Garota: Ele provavelmente está feliz agora.

Garoto: Eu não podia vê-la chorando.
Garota: Ele não podia se quer olhar para mim.

Garoto: Eu falei que sentia falta dela.
Garota: Ele não quis dizer isso.

Garoto: Eu quero dizer isso.
Garota: Ele não quer dizer isso.

Garoto: Eu a amo.
Garota: Ele ama sua nova namorada.

Garoto: Eu a segurei pela última vez.
Garota: Ele me deu um abraço amigável.

Garoto: Então eu fui para casa e chorei.
Garota: Então eu fui para casa e chorei.

Garoto: Eu a perdi.
Garota: Eu o amo.
OOOOOOOOOOOOOWN  =(
perfeito!

Estou procurando um amor…

terça-feira, 24 de agosto de 2010


Amor que é amor dura a vida inteira. Se não durou, porque nunca foi amor.
O amor resiste à distância, ao silencio das separações até as traições.
Sem perdão, não há Amor.
Diga-me quem você perdoou na vida, e então saberei dizer quem você mais amou.
O amor é equação onde prevalece a multiplicação do perdão. Você o percebe no momento em que outro fez tudo errado, e mesmo assim você olha nos olhos dele e diz: “Mesmo fazendo tudo errado, eu não sei viver sem você, Eu não posso ser nem a metade do que sou se você não estiver perto” O Amor nos possibilita enxergar lugares do nosso coração que sozinhos jamais poderíamos enxergar. O poeta soube traduzir bem quando disse: “Se não te amasse tanto assim, talvez perdesses os sonhos dentro de mim, e vivesse na escuridão. Se não te amasse tanto assim, talvez não visse flores por onde eu vi, dentro do meu coração!”.

Deus

“O amor de Deus por nós é aquele amor que olha para o fundo de nossa alma e é capaz de enxergar que ainda valemos a pena, apesar de nós mesmos já estarmos convencidos do contrário.”
(Pe. Fábio de Melo)

Comentario Basicoooooooo!

Aos que falam mal pelas costas…
Obrigado!
É sinal de que estamos sempre na frente.

domingo, 22 de agosto de 2010

A despedida


“Se por um instante Deus se esquecesse de que sou uma marioneta de trapo e me oferecesse mais um pouco de vida, não diria tudo o que penso, mas pensaria tudo o que digo. Daria valor às coisas, não pelo que valem, mas pelo que significam. Dormiria pouco, sonharia mais, entendo que por cada minuto que fechamos os olhos, perdemos sessenta segundos de luz. Andaria quando os outros param, acordaria quando os outros dormem. Ouviria quando os outros falam, e como desfrutaria de um bom gelado de chocolate!
Se Deus me oferecesse um pouco de vida, vestir-me-ia de forma simples, deixando a descoberto, não apenas o meu corpo, mas também a minha alma. Meu Deus, se eu tivesse um coração, escreveria o meu ódio sobre o gelo e esperava que nascesse o sol. Pintaria com um sonho de Van Gogh sobre as estrelas de um poema de Benedetti, e uma canção de Serrat seria a serenata que ofereceria à lua. Regaria as rosas com as minhas lágrimas para sentir a dor dos seus espinhos e o beijo encarnado das suas pétalas…
Meu Deus, se eu tivesse um pouco de vida… Não deixaria passar um só dia sem dizer às pessoas de quem gosto que gosto delas. Convenceria cada mulher ou homem que é o meu favorito e viveria apaixonado pelo amor. Aos homens provar-lhes-ia como estão equivocados ao pensar que deixam de se apaixonar quando envelhecem, sem saberem que envelhecem quando deixam de se apaixonar! A uma criança, dar-lhe-ia asas, mas teria que aprender a voar sozinha. Aos velhos, ensinar-lhes-ia que a morte não chega com a velhice, mas sim com o esquecimento.
Tantas coisas aprendi com vocês, os homens… Aprendi que todo o mundo quer viver em cima da montanha, sem saber que a verdadeira felicidade está na forma de subir a encosta. Aprendi que quando um recém-nascido aperta com a sua pequena mão, pela primeira vez, o dedo do seu pai, o tem agarrado para sempre. Aprendi que um homem só tem direito a olhar outro de cima para baixo quando vai ajudá-lo a levantar-se. São tantas as coisas que pude aprender com vocês, mas não me hão-de servir realmente de muito, porque quando me guardarem dentro dessa maleta, infelizmente estarei a morrer…”


- Gabriel Garcia Marquez

sábado, 21 de agosto de 2010

Eu, comigo.

Não é que eu seja fria ou indiferente, é que as vezes não é necessário demonstrar todos os meus sentimentos, pra pessoas que não os entendem.” 

Tudo passa, e vai passar….
A dor do parto. A cólica do neném. O mau-humor do adolescente. A época da chuva. O cansaço. A fama. Essa lua cheia. O próximo eclipse. O estado de paixão. A falta de paciência. A saudade. A tarefa chata. A melhor parte do livro. O gosto do beijo. O problema insolúvel. A tendência da moda. O medo da separação.
O tempo de espera. O estranhamento com o novo. A vaidade com o prêmio. A falta de dinheiro. O frio na barriga. A causa da briga. O viço da pele. A crise de depressão. A graça da piada. O luto. O tesão. O tempo de escola. O período de provas. A bronca do chefe. Os preparativos para a viagem. A festa tão programada. A ressaca. O motivo da comemoração. A mágoa. O sono. A TPM. O dia de hoje. Todas as vidas e até a uva….

*-*

“Aprendi que o Tempo cura. Que magoa Passa. Que Decepção Não mata. Que hoje é Reflexo de ontem. Que os verdadeiros amigos Permanecem. Que a dor Fortalece. Que sonhar não é Fantasiar. Que beleza Não está no que vemos e sim no que sentimos. Que o valor está na Força da conquista. Que o olhar Não mente. Que Tudo depende da nossa vontade. Que amores eternos podem acabar em uma Noite. Que Grandes amigos podem se tornar Grandes inimigos. Que o amor sozinho, Não Tem a Força que imaginei. Que Posso dizer que amei e no Fundo descobrir que Nem Gostei. Que ouvir aos outros pode ser o melhor Remédio ou o Pior veneno. Que a Gente Nunca conhece uma Pessoa de verdade, afinal Gastamos uma vida inteira para conhecer a nós mesmos. Que confiança Não é questão de Luxo, e sim de sobrevivência. Que os Poucos amigos que Te apoiam na Queda, são muito mais Fortes do que os mtos que Te empurram. Que o ‘Nunca mais’ Nunca se cumpre. Que o ‘Para sempre’ sempre acaba. Que vou Sempre me surpreender, seja com os outros ou comigo mesmo.”

Popularidade:*

Os jovens de hoje em dia se preocupam muito em  
como ser popular, mas as meninas acabam se importando com isso de um forma muito maior que os meninos. Com isso acabam até fazendo algumas coisas forçadas.
Abaixo algumas dicas para melhorar sua popularidade.
Como ser Popular?
• Tenha seu estilo, as vezes estar na moda não significa ser estiloso, tenha um estilo próprio e procure não forçar muito.
• Para ser popular você não precisa ser puxa saco, se comporte com naturalidade e o principal seja humilde que as amizades vem naturalmente.
• Ser muito bom em algo pode ajudar muito na sua popularidade, não importa no que seja, assim mostra que você não é uma pessoa fútil e que pensa em algo mais além de roupas de marca.
Comportamento
• Não invente mentiras nem conte histórias furadas para seus colegas, pois um dia sua máscara vai cair e você não passará do pinóquio da turma. Se você não tem nada para contar é melhor só ouvir, ser mentiroso nunca te levará a lugar algum.
• Não seja bobo alegre, aquele que conta piadas de todas situações ou zoa com todos, isso mostrará apenas seu lado infantil.
Na Internet
A internet pode ser a seu favor ou fazer mal, ter centenas de amigos ou milhares de recados no orkut. Não vai te deixar popular.
Não seja aquele chato de MSN  que fica forçando papo com mensagens: oi como foi seu dia? quais são as novis?. Isso só piora as coisas, seja natural, se o assunto acabar não force, acabou, acabou e ponto final.
E lembre-se alguns amigos verdadeiros valem mais do que centenas de colegas.

O cara da praia

Autora: Ayla

Descrição:
Francine tem que tomar conta da sua irmãzinha na praia, e quando ela tenta fugir acaba tropeçando em alguém…

Gênero: Comédia e Romance.

Classificação: Livre.

Obs: como eu era fã do Ex-casal do BBB9 todas as minhas Fanfics era de Max & Fran OASKOASKOKS *-*
Praia... O lugar mais chato da Terra...
Não, retiro o que disse. O lugar mais chato mesmo é a casa da sua tia avó que fica insistindo em dizer como você cresceu.
Mas voltando à praia... Por que eu estou aqui mesmo? Ah é verdade, fui obrigada à vir aqui porque minha querida irmã não pode ficar sozinha um minuto.
Acho que vou ali naquele barzinho pra ver se dou uma escapada daqui, enquanto a pirralha brinca na areia. Eu posso driblar algumas pessoas e pedir pra um estranho tomar conta dela. Isso, plano prefeito!
A menina começou a correr entre as pessoas, então acabou tropeçando em alguém que estava no meio do caminho, um pouco mais distante das pessoas.
- Ai seu traste, olha por onde anda. – disse a garota com a cara vermelha de raiva.
- Mas foi você que veio correndo e tropeçou em mim. – disse ele com uma gota.
- Ah, não importa, você poderia deixar eu me levantar pra continuar a minha fuga?
- Fuga?!? Você está fugindo da polícia por acaso? – perguntou ele fazendo cara de assustado.
- Não, eu não estou fugindo da polícia. Apenas estou fugindo da minha irmã mais nova, que fui obrigada a tomar conta porque... Por que eu estou te contando isso? E agora me solte. – disse já perdendo a paciência.
- Você está me contando isso porque não resistiu ao meu charme e precisou de algum assunto pra continuar agarrada em mim. – disse ele com um sorriso cínico – E respondendo a sua pergunta ou mandato, seja como for: não, eu não vou te deixar levantar. – disse ele apertando-a mais contra seu corpo.
- Há há há... muito engraçado. Solte-me. – ela falou com um pouco de medo na voz, o que não passou despercebido pelo rapaz.
- Ok, eu vou te soltar, mas se você me prometer que não vai fugir e vai ficar aqui do meu lado. – falou ele afrouxando os braços em volta dela.
- Está bem. Eu fico aqui. – ela ficou mais aliviada depois que ele a soltou, mas também agora pôde notar como o rapaz era lindo, e acabou corando com o pensamento.
- Sabia que você fica uma gracinha vermelhinha desse jeito. A propósito meu nome é Max, tenho 21 e estou solteiro. E você? – ele falou com um sorriso maroto.
- Nossa já quer baixar a minha ficha completa, é?!?! – ela falou brincando, mas recebeu um olhar reprovador. - Ok, meu nome é Francine, tenho 17 anos e também estou solteira. Feliz agora?
Muito. – disse ele sem esconder o sorriso. – Então você estava dizendo que estava aqui para cuidar da sua irmã.
- Eu estou cuidando da minha irmã, porque meus pais saíram em uma segunda lua de mel, e não podiam levá-la. Sabe como é. Mas eu odeio quando fazem isso, eles bem que podiam largá-la na casa da nossa avó, que eu iria ficar curtindo minha liberdade à vontade. – disse e na hora que se virou ela viu aquele terrível medo que a perseguia desde criança se aproximar. – Aii não, me esconde.
- Te esconder do que? – disse Max sem entender, procurando o que poderia ter assustado a menina.
- Do palhaço. – ela disse se agarrando ao jovem. O que fez Max abrir um sorriso, que não foi percebido pela menina.
- Calma Fran, está tudo bem. Eu estou aqui pra te proteger. – disse Max afagando os cabelos de Francine. – Ele já foi. Pronto.
- Ai, desculpe, eu sei que você deve estar me achando uma idiota agora, mas não posso evitar, tenho medo de palhaços desde pequena. Deve ser algum trauma. – Francine disse com vergonha, se escondendo no peito de Max.
- Não te acho uma idiota, e se você quer saber, eu também tenho medos que ainda não foram superados. Mas se você quiser, podemos superá-los juntos. – Max disse levantando a cabeça de Francine e olhando nos olhos dela.
Ela já não resistindo a proximidade, começa a se desfazer do espaço entre os dois, até que o espaço já não existia mais e eles se beijaram. Qualquer um que os visse pensaria que são um apenas mais um casal apaixonado curtindo a praia. Ficaram se beijando por mais alguns minutos, até que sentiram o ar faltar e separaram as bocas. Continuaram abraçados e se encarando.
Eu acho ótimo, e acho que eu já tenho que ir. – Francine disse com uma cara de cachorro sem dono.
- Ah, então eu te levo até onde a sua irmã está. – ele disse se levantando e ajudando-a a levantar. Eles andaram na praia com ele segurando sua cintura e a apertando mais perto quando algum cara passava e olhava para Francine.
- Nossa, já está com ciúmes, amor? – ela disse com voz debochada.
- É claro que sim. Você acha que eu não iria ficar com ciúmes de uma menina linda como você? Mas você já é minha então não preciso me preocupar. – disse ele olhando-a nos olhos, o que a fez corar e ele abrir um sorriso. – Eu já disse como você fica fofa com vergonha?!
- E você é muito convencido sabia. – disse Fran. Eles já estavam se aproximando para se beijarem outra vez. Até que escutam uma voz que os faz se separar.
- Francine, você está aí. Eu estava te esperando. Onde você estava? Bem não importa agora, eu quero ir embora. Vamos! – disse a irmã mais nova de Francine.
- Bom até o nosso encontro, então. – disse Max dando um selinho nela.
- Até. – falou Fran em outro mundo.
Depois daquele dia, ela agradeceu aos seus pais por terem deixado a pirralha com ela, porque sem ela, Francine nunca teria conhecido seu Max: O cara da praia.


Fim.

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

Divã

“Se não era amor, era da mesma família. Pois sobrou o que sobra dos corações abandonados. A carência. A saudade. A mágoa. Um quase desespero, uma espécie de avião em queda que a gente sabe que vai se estabilizar, só não se sabe se vai ser antes ou depois de se chocar contra o solo. Eu bati a 200 km por hora e estou voltando á pé pra casa, avariada.
Eu sei, não precisa me dizer outra vez. Era uma diversão, uma paixonite, um jogo entre adultos. Telvez este seja o ponto. Talvez eu Não seja adulta o suficiente para brincar tão longe do meu patio, do meu quarto, das minhas bonecas. Onde é que eu estava com a cabeça, de acreditar em contos de fada, de achar que a gente muda o que sente, e que bastaria apertar um botão que as luzes apagariam e eu voltaria a minha vida satisfatória,sem seqüelas, sem registro de ocorrência? Eu não amei aquele cara. Eu tenho certeza que não. Eu amei a mim mesma naquela verdade inventada.
Não era amor,era uma sorte. Não era amor, era uma travessura. Não era amor, eram dois travesseiros. Não era amor, eram dois celulares desligados. Não era amor, era de tarde. Não era amor, era inverno. Não era amor, era sem medo. NÃO ERA AMOR, ERA MELHOR”
Marta Medeiros

“Eu sou feita de Sonhos interrompidos, detalhes despercebidos, amores mal resolvidos. Sou feita de Choros sem ter razão, pessoas no coração ,atos por impulsão. Sinto falta de Lugares que não conheci, experiências que não vivi, momentos que já esqueci. Eu sou Amor e carinho constante, distraída até o bastante, não paro por instante. Já Tive noites mal dormidas, perdi pessoas muito queridas, cumpri coisas não-prometidas. Muitas vezes eu Desisti sem mesmo tentar, pensei em fugir para não enfrentar, sorri para não chorar. Eu sinto pelas Coisas que não mudei, amizades que não cultivei, aqueles que eu julguei, coisas que eu falei. Tenho saudade De pessoas que fui conhecendo, lembranças que fui esquecendo, amigos que acabei perdendo .. Mas continuo vivendo e aprendendo.”
Ás vezes, estamos sem rumo, mas alguém entra em nossa vida, e se torna o nosso destino.”

Infinito Amoor;*

“Um dia sou multidão; no outro sou solidão. Não quero ser multidão todo dia. Num dia experimento o frescor da amizade; no outro a febre que me faz querer ser só. Eu sou assim. Sem culpas.”

(Pe. Fábio de Melo)
“Tanta gente e eu me sinto tão sua.”
As unhas roídas e o olhar perdido davam sinais de ansiedade… Estava cansada de ver o mundo por uma janela, tudo que mais queria era poder sair e viver. Aquela sucessão de dias iguais a estava deixando louca e cada vez mais perdida.
Ela precisava de um pouco de liberdade pra voltar a viver, antes que os acontecimentos lá de fora, atropelassem sua vida estacionada. Estava cansada… Não era um esgotamento físico, era na alma.
Talvez muitos nem saibam o que é isso.

Infinito Amoor;*

E me dou o direito de errar sem me cobrar, e acertar sem me gabar, porque descobri, no caminho incerto da vida, que o mais importante é decidir.
E decidi, de uma vez por todas, ser feliz e esse caminho não tem volta!!!

(Paulo Roberto Gaefke)
“Não gosto de perder as minhas coisas, você sabe. E hoje, cercada pela sua ausência, procuro o que procurar. Experimentando o desânimo da busca desiludida. Pois, se um amor como aquele acaba dessa maneira, vale a pena encontrar um outro? Será inteligente apostar tanto de novo?” 
Fernanda Young
“No vácuo de mim eu me despenco. Porque seria preciso também abdicar de mim mesmo para novamente reconstruir-me. Tornar a escolher os gestos, as palavras, em cada momento decidir qual dos meus seus assumir. Já esfacelei meu ser, já escolhi as porções que me são convenientes, esquecendo deliberado as outras”

- Caio Fernando Abreu, in: Inventário do Ir-Remediável -