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sábado, 21 de maio de 2011
sábado, 18 de setembro de 2010
Bendito Zíper
Autora: Ayla Miranda
Descrição: E se de repente em uma viagem à Austrália, o zíper dele emperra e você que tem que ajudá-lo?
Gênero: Comédia.
Classificação: Livre
- MAXX !!!Ta pronto ? – berrou Fran do andar debaixo .
- Sim! –Max apareceu na sala vestindo jeans , camiseta e tênis .
- Vai de jeans ? – perguntou a garota que apontou pras calças do garoto.
- Uhum!Por que , algum problema ? – riu ele se aproximando dela e dando um beijo estalado na boca dela
- Não! – riu a garota vermelha – É que normalmente você viaja de bermuda quando vai pra Austrália – ele deu um sorriso maroto.
- Vamos! O vôo é daqui uns minutos !
Ela apenas assentiu e abriu a porta levando uma das malas até o táxi.
- Vem linda ! Senão vamos nos atrasar !
- Espera ai né Max ! Se eu não fechar a casa direito , alguem rouba depois .
Ela tranca a casa e entra no táxi ao lado de Max .
xx
Chegando no aeroporto , Max pegou as malas do táxi e foi correndo até o avião com Fran ao seu alcanço , já que estavam atrasados . Passaram as malas pelo raio-x e logo mais pegaram elas e foram para o avião .
xx
- Aqui ! Vem amor! Quer sentar na janela?
- Ai , eu quero ! –Fran arrumou suas coisas e se sentou ao lado da janela .
- Ui , sentei ! – ele olhou pra namorada e começaram a rir . V - Quase hein Max !
-É...
xx
O avião começou a levantar vôo . O vôo estava super tranqüilo , até que Max se levanta .
- Vou no banheiro ! – ele deu um selinho na garota e saiu em direção ao banheiro.
Ele entrou no pequeno cubículo e fechou a porta . Depois de fazer o que queria , quando foi levantar o zíper teve uma surpresa , emperrou ! No começo ele riu , lembrando da vez que o zíper de Fran emperrou . Mas depois de tentar e muito , percebeu que ele não queria subir de jeito nenhum. Sair assim do banheiro , ele não ia. Então lavou as mãos , pegou o celular no bolso de trás da calça e discou o numero de Fran .
O celular da garota começou a vibrar e ela levou um susto . Ela viu quem era na bina e estranhou .
- Tá com saudades já ? – riu a garota debochando do namorado
- Fran !Me ajuda!
- Hum? O que foi ?
- Erm...meu zíper não quer...subir!
- HaHa!! – ela riu alto e quem estava perto , olhou pra ela – Ops! Sorry ! – pediu às pessoas que estavam ali perto – Em qual banheiro você esta ?
- Vai batendo de porta em porta , que eu abro pra você entra .
- Ok! – eles desligaram o celular e Fran foi em busca do namorado
xx
Começou a bater de porta em porta pra saber em qual ele estava .
- OCUPADO! – berrou um homem de dentro de um dos cubículos que ela bateu na porta e ela riu abafado .
- Sorry !
Ela continuou batendo até que alguém abre a porta , era ele . A garota entrou no pequeno cubículo e não viu que a aeromoça a viu entrando.
xx
- Conseguiu? –Fran riu
- Não! Ah Fran , para de rir é sério ! – disse Max quase sussurrando
- Ah ... ok ! É que me fez lembrar da vez em que ...
- É ... eu sei !!! Vai me ajuda !!
- Ok !
xx
Enquanto isso a aeromoça se aproxima do cubículo em que eles estão e começa a ouvi a conversa, nada normal , sem querer .
- Desce Fran !
- Ai!Não...não quer subir! Hum! –Fran faze toda força que podia para subir o zíper da calça do garoto e fazia gemidos , fazendo a aeromoça abrir a boca .
- Tá quase lá linda !
- Ai! – ela berrou sem querer , chamando atenção dos passageiros .
- O que foi ?
- Maxulquei mel dedium! –Fran disse com o dedo machucado na boca .
- O que disse ?
- Nada! Deixa eu continuar ! – ela tornou a pegar no zíper do rapaz , fazendo o subir , mas sem sucesso algum.
- Ai. Fran ...mais devagar .
- Desculpa , tô com ódio disso que não quer subir .
- É que eu to quase caindo e .. UOW!
- O que foi ? – ela perguntou olhando pra cima
- Nada! – ele riu deixando a menina vermelha
xx
A aeromoça ainda estava indignada com o que ouvia e tinha que fazer alguma coisa . Resolveu bater na porta .
- Ué ! Quem é ? – sussurrou Max
- Abram a porta ! Não podem fazer isso que estão fazendo e muito menos ficar 2 pessoas num mesmo cubículo . – ela disse baixo fazendo com que só eles dois ouvissem.
- Não dá agora ! – disse Max
- Vamos ! Abra ! – a aeromoça insistia- Vai Fran , ta quase lá ! –Max falou um pouco mais alto , deixando os passageiros curiosos . - Vai, vai, vai...- Fran não agüentou e aumentou o tom de voz
- Vamos , saiam daí ! – insistiu a aeromoça já ficando nervosa .
- Vou contar até 3 Max , se segura , é agora ou nunca
- Meu Deus! – falavam as pessoas que ouviam o ocorrido
- 1...
- Abram ou eu vou abri-la
- Ai! – resmungou Max quase rindo
- 2... – ele colocou uma mão na parede e a outra na pia . A aeromoça começou a girar a chave na porta .
- 3! – berrou Fran e puxou o zíper pra cima com toda sua força e bem na hora a aeromoça abre a porta , fazendo Fran , que estava encostada na porta do pequeno cubículo , se desequilibrar e cair no corredor do avião .
xx
A aeromoça estava com uma cara desagradável .
- O que faziam os dois ali dentro ?
- Meu zíper emperrou ! – disse Max saindo do banheiro e logo ajudando Fran a se levantar do chão .
- Por que ? Algum problema aeromoça ? – riu Fran
- Hum! Erm... bom não pode entrar ... ta esquecem , voltem aos seus lugares ! – a aeromoça ficou sem graça e voltou ao seu trabalho .
xx
Fran e Max voltaram aos seus lugares sobre os olhares dos outros passageiros .
- Ai Max , por que que ...
- Acho que ouviram gemidas demais amor – riu o garoto
- Também acho – ela também riu
xx
Um menino de uns 6/7 anos , chegou ao lado de Max e perguntou :
- Vocês estavam transando ?
-O quê ? – perguntou Max tentando não rir . Fran que bebia suco , acabou se engasgando com a pergunta - Se vocês ...
- Jhonny ! O que é isso ?! Não é essas perguntas que se faz ! – a mãe do guri apareceu, pegando na mão dele – Perdoem ele ! – o casal apenas sorriu .
- Era apenas um zíper . – sussurrou Max ao menino que riu e logo saiu atrás de sua mãe .
- Meu Deus Max !! –Fran ainda tossia .
Se entre olharam e começaram a rir , fazendo uns ou outros os mandarem calar a boca .
- Se nós tivéssemos transando ali , ninguém ia acreditar
- Max Oo ! –Fran riu com a cara no travesseiro morrendo de vergonha
xx
O resto da viagem para Austrália foi tranqüilo , ate que o celular de Max vibra
- Max ! Me ajuda ! – riu a garota
FIM
Descrição: E se de repente em uma viagem à Austrália, o zíper dele emperra e você que tem que ajudá-lo?
Gênero: Comédia.
Classificação: Livre
- MAXX !!!Ta pronto ? – berrou Fran do andar debaixo .
- Sim! –Max apareceu na sala vestindo jeans , camiseta e tênis .
- Vai de jeans ? – perguntou a garota que apontou pras calças do garoto.
- Uhum!Por que , algum problema ? – riu ele se aproximando dela e dando um beijo estalado na boca dela
- Não! – riu a garota vermelha – É que normalmente você viaja de bermuda quando vai pra Austrália – ele deu um sorriso maroto.
- Vamos! O vôo é daqui uns minutos !
Ela apenas assentiu e abriu a porta levando uma das malas até o táxi.
- Vem linda ! Senão vamos nos atrasar !
- Espera ai né Max ! Se eu não fechar a casa direito , alguem rouba depois .
Ela tranca a casa e entra no táxi ao lado de Max .
xx
Chegando no aeroporto , Max pegou as malas do táxi e foi correndo até o avião com Fran ao seu alcanço , já que estavam atrasados . Passaram as malas pelo raio-x e logo mais pegaram elas e foram para o avião .
xx
- Aqui ! Vem amor! Quer sentar na janela?
- Ai , eu quero ! –Fran arrumou suas coisas e se sentou ao lado da janela .
- Ui , sentei ! – ele olhou pra namorada e começaram a rir . V - Quase hein Max !
-É...
xx
O avião começou a levantar vôo . O vôo estava super tranqüilo , até que Max se levanta .
- Vou no banheiro ! – ele deu um selinho na garota e saiu em direção ao banheiro.
Ele entrou no pequeno cubículo e fechou a porta . Depois de fazer o que queria , quando foi levantar o zíper teve uma surpresa , emperrou ! No começo ele riu , lembrando da vez que o zíper de Fran emperrou . Mas depois de tentar e muito , percebeu que ele não queria subir de jeito nenhum. Sair assim do banheiro , ele não ia. Então lavou as mãos , pegou o celular no bolso de trás da calça e discou o numero de Fran .
O celular da garota começou a vibrar e ela levou um susto . Ela viu quem era na bina e estranhou .
- Tá com saudades já ? – riu a garota debochando do namorado
- Fran !Me ajuda!
- Hum? O que foi ?
- Erm...meu zíper não quer...subir!
- HaHa!! – ela riu alto e quem estava perto , olhou pra ela – Ops! Sorry ! – pediu às pessoas que estavam ali perto – Em qual banheiro você esta ?
- Vai batendo de porta em porta , que eu abro pra você entra .
- Ok! – eles desligaram o celular e Fran foi em busca do namorado
xx
Começou a bater de porta em porta pra saber em qual ele estava .
- OCUPADO! – berrou um homem de dentro de um dos cubículos que ela bateu na porta e ela riu abafado .
- Sorry !
Ela continuou batendo até que alguém abre a porta , era ele . A garota entrou no pequeno cubículo e não viu que a aeromoça a viu entrando.
xx
- Conseguiu? –Fran riu
- Não! Ah Fran , para de rir é sério ! – disse Max quase sussurrando
- Ah ... ok ! É que me fez lembrar da vez em que ...
- É ... eu sei !!! Vai me ajuda !!
- Ok !
xx
Enquanto isso a aeromoça se aproxima do cubículo em que eles estão e começa a ouvi a conversa, nada normal , sem querer .
- Desce Fran !
- Ai!Não...não quer subir! Hum! –Fran faze toda força que podia para subir o zíper da calça do garoto e fazia gemidos , fazendo a aeromoça abrir a boca .
- Tá quase lá linda !
- Ai! – ela berrou sem querer , chamando atenção dos passageiros .
- O que foi ?
- Maxulquei mel dedium! –Fran disse com o dedo machucado na boca .
- O que disse ?
- Nada! Deixa eu continuar ! – ela tornou a pegar no zíper do rapaz , fazendo o subir , mas sem sucesso algum.
- Ai. Fran ...mais devagar .
- Desculpa , tô com ódio disso que não quer subir .
- É que eu to quase caindo e .. UOW!
- O que foi ? – ela perguntou olhando pra cima
- Nada! – ele riu deixando a menina vermelha
xx
A aeromoça ainda estava indignada com o que ouvia e tinha que fazer alguma coisa . Resolveu bater na porta .
- Ué ! Quem é ? – sussurrou Max
- Abram a porta ! Não podem fazer isso que estão fazendo e muito menos ficar 2 pessoas num mesmo cubículo . – ela disse baixo fazendo com que só eles dois ouvissem.
- Não dá agora ! – disse Max
- Vamos ! Abra ! – a aeromoça insistia- Vai Fran , ta quase lá ! –Max falou um pouco mais alto , deixando os passageiros curiosos . - Vai, vai, vai...- Fran não agüentou e aumentou o tom de voz
- Vamos , saiam daí ! – insistiu a aeromoça já ficando nervosa .
- Vou contar até 3 Max , se segura , é agora ou nunca
- Meu Deus! – falavam as pessoas que ouviam o ocorrido
- 1...
- Abram ou eu vou abri-la
- Ai! – resmungou Max quase rindo
- 2... – ele colocou uma mão na parede e a outra na pia . A aeromoça começou a girar a chave na porta .
- 3! – berrou Fran e puxou o zíper pra cima com toda sua força e bem na hora a aeromoça abre a porta , fazendo Fran , que estava encostada na porta do pequeno cubículo , se desequilibrar e cair no corredor do avião .
xx
A aeromoça estava com uma cara desagradável .
- O que faziam os dois ali dentro ?
- Meu zíper emperrou ! – disse Max saindo do banheiro e logo ajudando Fran a se levantar do chão .
- Por que ? Algum problema aeromoça ? – riu Fran
- Hum! Erm... bom não pode entrar ... ta esquecem , voltem aos seus lugares ! – a aeromoça ficou sem graça e voltou ao seu trabalho .
xx
Fran e Max voltaram aos seus lugares sobre os olhares dos outros passageiros .
- Ai Max , por que que ...
- Acho que ouviram gemidas demais amor – riu o garoto
- Também acho – ela também riu
xx
Um menino de uns 6/7 anos , chegou ao lado de Max e perguntou :
- Vocês estavam transando ?
-O quê ? – perguntou Max tentando não rir . Fran que bebia suco , acabou se engasgando com a pergunta - Se vocês ...
- Jhonny ! O que é isso ?! Não é essas perguntas que se faz ! – a mãe do guri apareceu, pegando na mão dele – Perdoem ele ! – o casal apenas sorriu .
- Era apenas um zíper . – sussurrou Max ao menino que riu e logo saiu atrás de sua mãe .
- Meu Deus Max !! –Fran ainda tossia .
Se entre olharam e começaram a rir , fazendo uns ou outros os mandarem calar a boca .
- Se nós tivéssemos transando ali , ninguém ia acreditar
- Max Oo ! –Fran riu com a cara no travesseiro morrendo de vergonha
xx
O resto da viagem para Austrália foi tranqüilo , ate que o celular de Max vibra
- Max ! Me ajuda ! – riu a garota
FIM
quarta-feira, 8 de setembro de 2010
sábado, 4 de setembro de 2010
[MINIFIC] Vai uma coca aê?
Vai uma coca aê?
- Por favor uma coca-cola pedio francine
Também quero! – pediu um rapaz sentando ao lado dela.
- Um minutinho! – pediu o garçom.
Francine deu uma olhada para o lado e reparou bem no garoto que batucava com a mão no balcão. Ele era bonito e cheiroso.
- Aqui está! – o garçom chegou entregando as cocas aos seus respectivos donos.
- Obrigada!
- Obrigado!
Francine pegou um canudinho e começou a beber. O rapaz do lado fez o mesmo e ela deu um sorriso, pensando que ele a estaria copiando.
Ele percebeu a garota ali ao seu lado desde que chegara e resolveu puxar assunto.
- Você é nova por aqui?
- Hã? – Francine olhou pro lado – Não! Já moro aqui há 10 anos!
- Eu também ! – ele sorriu pra ela e ela o retribuiu com outro sorriso – Desculpa a pergunta, mas é que por aqui não costuma ter meninas bonitas.
Francine deu um sorriso e continuou tomando sua coca.
- Hum! – ele continuou bebendo – Está boa essa coca não é mesmo?
- É só coca! Não tem nada demais! – riu a garota
- Eu sei, mas é que está quente e é gostoso beber uma dessas bem gelada! – Francine por sua vez somente sorriu e seguiu bebendo sua coca.
O silêncio os tomou. Ele começou a cantar uma música dos Rolling Stones, bem baixinho e ela conseguiu ouvir.
- Eu adoro essa música! – respondeu Francine se virando pra ele.
- É mesmo? Eu também! – ele desta vez sorriu pra ela – Como você se chama?
- Francine! E você?
- Max! – eles estenderam uma mão um ao outro e se cumprimentaram.
O silêncio voltou. ‘Queria ser esse canudinho dela’, pensou Max olhando pra boca da menina, que tomava sua coca. ‘Ai, o que ele está olhando?’, ela se perguntou e olhou pra ele sorrindo, na mesma hora ele corou.
- Acabou! – disse a menina olhando para a garrafa vazia.
- Te pago outra! – Max ofereceu.
- Oloco! Mas já estou cheia! – respondeu ela passando a mão pela barriga e sentindo-se estufada.
- Ninguém se enche de coca! Garçom!
- Sim?!
- Me traz mais duas cocas! A minha também acabou! – disse rindo da garrafinha vazia.
- Aí eu vou explodir!
- Vai não! – ele riu.
Minutos depois o garçom volta com duas garrafinhas de coca. No começo os dois estavam tímidos, mas logo foram se animando um com o outro e bebendo mais e mais coca.- HÁ-HÁ-HÁ! Eu acho que coca não me faz bem! – gargalhou Francine.
- Nem a mim! – riu Max dando um arroto alto, fazendo as pessoas ao lado olharem pra ele. Francine deu outra gargalhada.
- Ai, Max, seu comédia!
- Francine! Me responde uma coisa, onde você estuda?
- No Cambridge High School! – respondeu a garota tomando mais um pouco da sua coca – E você?
- Também! – ele respondeu alegre.
- Sério? – perguntou Francine fazendo caras e bocas.
- Sim!
- Mas como eu nunca vi você por lá?
- Sabe que eu também não sei? – eles começaram a rir.
- Sério, coca não me faz bem! – riu a garota encarando a coca e se deparou com Max lendo o rótulo da garrafa – O que está fazendo? – perguntou rindo.
- Vendo se nessa coca não tem álcool ! – Francine deu uma gargalhada bem alta, chamando atenção de quem passava.
- Eita! – riu Max . Francine já estava com calor, mais que o normal, de tanto rir.
- Tá calor, né? – disse a menina se abanando com a mão!
- Tá, né? – disse Max com um sorriso malicioso no rosto.
- Max! Que horror! – Francine ficou vermelha na hora.
- Francine!
- Hm! – ele riu com a reação dela.
- Você tem namorado? – Francine não esperava por essa pergunta e mordeu o canto do lábio inferior, olhando nos olhos dele.
- Por que?
- Quer um Halls? - perguntou oferecendo uma bala pra ele.
- Tô com bafo? – ela riu.
- Não, pelo contrário! Mas vai ficar mais gostoso do que já está! – ele riu e pegou o Halls – Traz mais duas cocas, por favor? – pediu Francine para o garçom que riu, sabia que eles tinham bebido cerca de 6 cocas cada um.
E assim foi! Eles iam bebendo coca, rindo, conversando, beijando e chupando... halls [N/A:ahhh suas malicioooosasss!!! ]
Fim! Vai uma coca aê?
- Por favor uma coca-cola pedio francine
Também quero! – pediu um rapaz sentando ao lado dela.
- Um minutinho! – pediu o garçom.
Francine deu uma olhada para o lado e reparou bem no garoto que batucava com a mão no balcão. Ele era bonito e cheiroso.
- Aqui está! – o garçom chegou entregando as cocas aos seus respectivos donos.
- Obrigada!
- Obrigado!
Francine pegou um canudinho e começou a beber. O rapaz do lado fez o mesmo e ela deu um sorriso, pensando que ele a estaria copiando.
Ele percebeu a garota ali ao seu lado desde que chegara e resolveu puxar assunto.
- Você é nova por aqui?
- Hã? – Francine olhou pro lado – Não! Já moro aqui há 10 anos!
- Eu também ! – ele sorriu pra ela e ela o retribuiu com outro sorriso – Desculpa a pergunta, mas é que por aqui não costuma ter meninas bonitas.
Francine deu um sorriso e continuou tomando sua coca.
- Hum! – ele continuou bebendo – Está boa essa coca não é mesmo?
- É só coca! Não tem nada demais! – riu a garota
- Eu sei, mas é que está quente e é gostoso beber uma dessas bem gelada! – Francine por sua vez somente sorriu e seguiu bebendo sua coca.
O silêncio os tomou. Ele começou a cantar uma música dos Rolling Stones, bem baixinho e ela conseguiu ouvir.
- Eu adoro essa música! – respondeu Francine se virando pra ele.
- É mesmo? Eu também! – ele desta vez sorriu pra ela – Como você se chama?
- Francine! E você?
- Max! – eles estenderam uma mão um ao outro e se cumprimentaram.
O silêncio voltou. ‘Queria ser esse canudinho dela’, pensou Max olhando pra boca da menina, que tomava sua coca. ‘Ai, o que ele está olhando?’, ela se perguntou e olhou pra ele sorrindo, na mesma hora ele corou.
- Acabou! – disse a menina olhando para a garrafa vazia.
- Te pago outra! – Max ofereceu.
- Oloco! Mas já estou cheia! – respondeu ela passando a mão pela barriga e sentindo-se estufada.
- Ninguém se enche de coca! Garçom!
- Sim?!
- Me traz mais duas cocas! A minha também acabou! – disse rindo da garrafinha vazia.
- Aí eu vou explodir!
- Vai não! – ele riu.
Minutos depois o garçom volta com duas garrafinhas de coca. No começo os dois estavam tímidos, mas logo foram se animando um com o outro e bebendo mais e mais coca.- HÁ-HÁ-HÁ! Eu acho que coca não me faz bem! – gargalhou Francine.
- Nem a mim! – riu Max dando um arroto alto, fazendo as pessoas ao lado olharem pra ele. Francine deu outra gargalhada.
- Ai, Max, seu comédia!
- Francine! Me responde uma coisa, onde você estuda?
- No Cambridge High School! – respondeu a garota tomando mais um pouco da sua coca – E você?
- Também! – ele respondeu alegre.
- Sério? – perguntou Francine fazendo caras e bocas.
- Sim!
- Mas como eu nunca vi você por lá?
- Sabe que eu também não sei? – eles começaram a rir.
- Sério, coca não me faz bem! – riu a garota encarando a coca e se deparou com Max lendo o rótulo da garrafa – O que está fazendo? – perguntou rindo.
- Vendo se nessa coca não tem álcool ! – Francine deu uma gargalhada bem alta, chamando atenção de quem passava.
- Eita! – riu Max . Francine já estava com calor, mais que o normal, de tanto rir.
- Tá calor, né? – disse a menina se abanando com a mão!
- Tá, né? – disse Max com um sorriso malicioso no rosto.
- Max! Que horror! – Francine ficou vermelha na hora.
- Francine!
- Hm! – ele riu com a reação dela.
- Você tem namorado? – Francine não esperava por essa pergunta e mordeu o canto do lábio inferior, olhando nos olhos dele.
- Por que?
- Não responde uma pergunta com outra pergunta! – ela deu um sorriso sem graça.
- Okay! Eu ... não tenho namorado! – ele sorriu no canto da boca.
- Hm! – ela deu um gole de sua coca.
- E ... você ? – Francine perguntou com vergonha.
- Não! Eu não tenho namorado! – ela olhou pro lado sem entender e do nada caiu na gargalhada.
- HÁ-HÁ-HÁ !!! Ai, seu comédia ! Responde sério ! – ela deu um tapinha no braço dele.
- Curiosa? – riu mais uma vez malicioso.
- Não! É que você ... ai, responde, Max!
- Okay, okay! Não, eu não tenho namorada! – riu pra ela e deu um gole na coca dele.
Ela não disse nada e o silêncio os tomou como no começo. Max começou a mexer na garrafa impaciente com o silêncio entre eles. Francine deu o último gole da garrafa, fazendo barulho e quebrou o silêncio com uma gargalhada
- Tá doida? – perguntou Max rindo da menina.
Ela olhou pra ele e viu um cílio no rosto dele.
- Espera aí, Max, você tem ... um ... – ela foi se aproximando dele pra tirar o cílio, sem perceber que ele olhava pra boca dela.
Ele foi chegando mais próximo do rosto dela, mas ela logo se afastou, sem nem ao menos perceber a aproximação dele.
- Pronto! – disse ela após tirar o cílio dele. Max ficou sem graça, mas ainda sim se aproximou dela e a beijou. Ela ficou sem reação alguma e logo romperam o beijo. Ela o olhou sem graça nos olhos e começou a rir.
- É, coca não te faz bem mesmo! – riu o garoto.
- Não! É que esse seu beijo tava demorando!
- Como assim?
- Eu já queria beija-lo!
- Hum! Então vem cá! – ele disse com um sorriso maroto no rosto a chamando pra mais perto dele.
Ela então se aproximou dele e se beijaram como se fossem dois apaixonados. Francine então rompeu o beijo. - Okay! Eu ... não tenho namorado! – ele sorriu no canto da boca.
- Hm! – ela deu um gole de sua coca.
- E ... você ? – Francine perguntou com vergonha.
- Não! Eu não tenho namorado! – ela olhou pro lado sem entender e do nada caiu na gargalhada.
- HÁ-HÁ-HÁ !!! Ai, seu comédia ! Responde sério ! – ela deu um tapinha no braço dele.
- Curiosa? – riu mais uma vez malicioso.
- Não! É que você ... ai, responde, Max!
- Okay, okay! Não, eu não tenho namorada! – riu pra ela e deu um gole na coca dele.
Ela não disse nada e o silêncio os tomou como no começo. Max começou a mexer na garrafa impaciente com o silêncio entre eles. Francine deu o último gole da garrafa, fazendo barulho e quebrou o silêncio com uma gargalhada
- Tá doida? – perguntou Max rindo da menina.
Ela olhou pra ele e viu um cílio no rosto dele.
- Espera aí, Max, você tem ... um ... – ela foi se aproximando dele pra tirar o cílio, sem perceber que ele olhava pra boca dela.
Ele foi chegando mais próximo do rosto dela, mas ela logo se afastou, sem nem ao menos perceber a aproximação dele.
- Pronto! – disse ela após tirar o cílio dele. Max ficou sem graça, mas ainda sim se aproximou dela e a beijou. Ela ficou sem reação alguma e logo romperam o beijo. Ela o olhou sem graça nos olhos e começou a rir.
- É, coca não te faz bem mesmo! – riu o garoto.
- Não! É que esse seu beijo tava demorando!
- Como assim?
- Eu já queria beija-lo!
- Hum! Então vem cá! – ele disse com um sorriso maroto no rosto a chamando pra mais perto dele.
- Quer um Halls? - perguntou oferecendo uma bala pra ele.
- Tô com bafo? – ela riu.
- Não, pelo contrário! Mas vai ficar mais gostoso do que já está! – ele riu e pegou o Halls – Traz mais duas cocas, por favor? – pediu Francine para o garçom que riu, sabia que eles tinham bebido cerca de 6 cocas cada um.
E assim foi! Eles iam bebendo coca, rindo, conversando, beijando e chupando... halls [N/A:ahhh suas malicioooosasss!!! ]
Fim! Vai uma coca aê?
sexta-feira, 3 de setembro de 2010
Ele: Eu te amo
Ela: Obrigada.
Ele: Quando você vai dizer que me ama?
Ela: Quando eu realmente te amar.
Ele: Me sinto fraco quando você responde um mero obrigada.
Ela: Nunca te obriguei a se declarar pra mim. Só quero que você sinta.
Ele: Você me entristece.
Ela: Odeio quando você diz isso.
Ele: Ódio é uma palavra muito forte, concorda?
Ela: Amor também é. E as pessoas a falam como se não significasse absolutamente nada.
Ela: Obrigada.
Ele: Quando você vai dizer que me ama?
Ela: Quando eu realmente te amar.
Ele: Me sinto fraco quando você responde um mero obrigada.
Ela: Nunca te obriguei a se declarar pra mim. Só quero que você sinta.
Ele: Você me entristece.
Ela: Odeio quando você diz isso.
Ele: Ódio é uma palavra muito forte, concorda?
Ela: Amor também é. E as pessoas a falam como se não significasse absolutamente nada.
domingo, 29 de agosto de 2010
Eu encarei dentro de seus olhos, arregalados sob a grossa camada de cílios, e ansiei por dormir. Não pelo alívio, não para escapar do aborrecimento, mas porque eu queria sonhar. Talvez, se eu fosse capaz de ficar inconsciente, se eu pudesse sonhar, eu poderia viver por algumas horas num mundo onde ela e eu pudéssemos ficar juntos. Ela sonhava comigo. Eu queria sonhar com ela.
• Edward Cullen, em O sol da meia-noite.
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