Autora: Ayla Miranda
Descrição: E se de repente em uma viagem à Austrália, o zíper dele emperra e você que tem que ajudá-lo?
Gênero: Comédia.
Classificação: Livre
- MAXX !!!Ta pronto ? – berrou Fran do andar debaixo .
- Sim! –Max apareceu na sala vestindo jeans , camiseta e tênis .
- Vai de jeans ? – perguntou a garota que apontou pras calças do garoto.
- Uhum!Por que , algum problema ? – riu ele se aproximando dela e dando um beijo estalado na boca dela
- Não! – riu a garota vermelha – É que normalmente você viaja de bermuda quando vai pra Austrália – ele deu um sorriso maroto.
- Vamos! O vôo é daqui uns minutos !
Ela apenas assentiu e abriu a porta levando uma das malas até o táxi.
- Vem linda ! Senão vamos nos atrasar !
- Espera ai né Max ! Se eu não fechar a casa direito , alguem rouba depois .
Ela tranca a casa e entra no táxi ao lado de Max .
xx
Chegando no aeroporto , Max pegou as malas do táxi e foi correndo até o avião com Fran ao seu alcanço , já que estavam atrasados . Passaram as malas pelo raio-x e logo mais pegaram elas e foram para o avião .
xx
- Aqui ! Vem amor! Quer sentar na janela?
- Ai , eu quero ! –Fran arrumou suas coisas e se sentou ao lado da janela .
- Ui , sentei ! – ele olhou pra namorada e começaram a rir . V - Quase hein Max !
-É...
xx
O avião começou a levantar vôo . O vôo estava super tranqüilo , até que Max se levanta .
- Vou no banheiro ! – ele deu um selinho na garota e saiu em direção ao banheiro.
Ele entrou no pequeno cubículo e fechou a porta . Depois de fazer o que queria , quando foi levantar o zíper teve uma surpresa , emperrou ! No começo ele riu , lembrando da vez que o zíper de Fran emperrou . Mas depois de tentar e muito , percebeu que ele não queria subir de jeito nenhum. Sair assim do banheiro , ele não ia. Então lavou as mãos , pegou o celular no bolso de trás da calça e discou o numero de Fran .
O celular da garota começou a vibrar e ela levou um susto . Ela viu quem era na bina e estranhou .
- Tá com saudades já ? – riu a garota debochando do namorado
- Fran !Me ajuda!
- Hum? O que foi ?
- Erm...meu zíper não quer...subir!
- HaHa!! – ela riu alto e quem estava perto , olhou pra ela – Ops! Sorry ! – pediu às pessoas que estavam ali perto – Em qual banheiro você esta ?
- Vai batendo de porta em porta , que eu abro pra você entra .
- Ok! – eles desligaram o celular e Fran foi em busca do namorado
xx
Começou a bater de porta em porta pra saber em qual ele estava .
- OCUPADO! – berrou um homem de dentro de um dos cubículos que ela bateu na porta e ela riu abafado .
- Sorry !
Ela continuou batendo até que alguém abre a porta , era ele . A garota entrou no pequeno cubículo e não viu que a aeromoça a viu entrando.
xx
- Conseguiu? –Fran riu
- Não! Ah Fran , para de rir é sério ! – disse Max quase sussurrando
- Ah ... ok ! É que me fez lembrar da vez em que ...
- É ... eu sei !!! Vai me ajuda !!
- Ok !
xx
Enquanto isso a aeromoça se aproxima do cubículo em que eles estão e começa a ouvi a conversa, nada normal , sem querer .
- Desce Fran !
- Ai!Não...não quer subir! Hum! –Fran faze toda força que podia para subir o zíper da calça do garoto e fazia gemidos , fazendo a aeromoça abrir a boca .
- Tá quase lá linda !
- Ai! – ela berrou sem querer , chamando atenção dos passageiros .
- O que foi ?
- Maxulquei mel dedium! –Fran disse com o dedo machucado na boca .
- O que disse ?
- Nada! Deixa eu continuar ! – ela tornou a pegar no zíper do rapaz , fazendo o subir , mas sem sucesso algum.
- Ai. Fran ...mais devagar .
- Desculpa , tô com ódio disso que não quer subir .
- É que eu to quase caindo e .. UOW!
- O que foi ? – ela perguntou olhando pra cima
- Nada! – ele riu deixando a menina vermelha
xx
A aeromoça ainda estava indignada com o que ouvia e tinha que fazer alguma coisa . Resolveu bater na porta .
- Ué ! Quem é ? – sussurrou Max
- Abram a porta ! Não podem fazer isso que estão fazendo e muito menos ficar 2 pessoas num mesmo cubículo . – ela disse baixo fazendo com que só eles dois ouvissem.
- Não dá agora ! – disse Max
- Vamos ! Abra ! – a aeromoça insistia- Vai Fran , ta quase lá ! –Max falou um pouco mais alto , deixando os passageiros curiosos . - Vai, vai, vai...- Fran não agüentou e aumentou o tom de voz
- Vamos , saiam daí ! – insistiu a aeromoça já ficando nervosa .
- Vou contar até 3 Max , se segura , é agora ou nunca
- Meu Deus! – falavam as pessoas que ouviam o ocorrido
- 1...
- Abram ou eu vou abri-la
- Ai! – resmungou Max quase rindo
- 2... – ele colocou uma mão na parede e a outra na pia . A aeromoça começou a girar a chave na porta .
- 3! – berrou Fran e puxou o zíper pra cima com toda sua força e bem na hora a aeromoça abre a porta , fazendo Fran , que estava encostada na porta do pequeno cubículo , se desequilibrar e cair no corredor do avião .
xx
A aeromoça estava com uma cara desagradável .
- O que faziam os dois ali dentro ?
- Meu zíper emperrou ! – disse Max saindo do banheiro e logo ajudando Fran a se levantar do chão .
- Por que ? Algum problema aeromoça ? – riu Fran
- Hum! Erm... bom não pode entrar ... ta esquecem , voltem aos seus lugares ! – a aeromoça ficou sem graça e voltou ao seu trabalho .
xx
Fran e Max voltaram aos seus lugares sobre os olhares dos outros passageiros .
- Ai Max , por que que ...
- Acho que ouviram gemidas demais amor – riu o garoto
- Também acho – ela também riu
xx
Um menino de uns 6/7 anos , chegou ao lado de Max e perguntou :
- Vocês estavam transando ?
-O quê ? – perguntou Max tentando não rir . Fran que bebia suco , acabou se engasgando com a pergunta - Se vocês ...
- Jhonny ! O que é isso ?! Não é essas perguntas que se faz ! – a mãe do guri apareceu, pegando na mão dele – Perdoem ele ! – o casal apenas sorriu .
- Era apenas um zíper . – sussurrou Max ao menino que riu e logo saiu atrás de sua mãe .
- Meu Deus Max !! –Fran ainda tossia .
Se entre olharam e começaram a rir , fazendo uns ou outros os mandarem calar a boca .
- Se nós tivéssemos transando ali , ninguém ia acreditar
- Max Oo ! –Fran riu com a cara no travesseiro morrendo de vergonha
xx
O resto da viagem para Austrália foi tranqüilo , ate que o celular de Max vibra
- Max ! Me ajuda ! – riu a garota
FIM
Páginas
sábado, 18 de setembro de 2010
quarta-feira, 8 de setembro de 2010
sábado, 4 de setembro de 2010
[MINIFIC] Vai uma coca aê?
Vai uma coca aê?
- Por favor uma coca-cola pedio francine
Também quero! – pediu um rapaz sentando ao lado dela.
- Um minutinho! – pediu o garçom.
Francine deu uma olhada para o lado e reparou bem no garoto que batucava com a mão no balcão. Ele era bonito e cheiroso.
- Aqui está! – o garçom chegou entregando as cocas aos seus respectivos donos.
- Obrigada!
- Obrigado!
Francine pegou um canudinho e começou a beber. O rapaz do lado fez o mesmo e ela deu um sorriso, pensando que ele a estaria copiando.
Ele percebeu a garota ali ao seu lado desde que chegara e resolveu puxar assunto.
- Você é nova por aqui?
- Hã? – Francine olhou pro lado – Não! Já moro aqui há 10 anos!
- Eu também ! – ele sorriu pra ela e ela o retribuiu com outro sorriso – Desculpa a pergunta, mas é que por aqui não costuma ter meninas bonitas.
Francine deu um sorriso e continuou tomando sua coca.
- Hum! – ele continuou bebendo – Está boa essa coca não é mesmo?
- É só coca! Não tem nada demais! – riu a garota
- Eu sei, mas é que está quente e é gostoso beber uma dessas bem gelada! – Francine por sua vez somente sorriu e seguiu bebendo sua coca.
O silêncio os tomou. Ele começou a cantar uma música dos Rolling Stones, bem baixinho e ela conseguiu ouvir.
- Eu adoro essa música! – respondeu Francine se virando pra ele.
- É mesmo? Eu também! – ele desta vez sorriu pra ela – Como você se chama?
- Francine! E você?
- Max! – eles estenderam uma mão um ao outro e se cumprimentaram.
O silêncio voltou. ‘Queria ser esse canudinho dela’, pensou Max olhando pra boca da menina, que tomava sua coca. ‘Ai, o que ele está olhando?’, ela se perguntou e olhou pra ele sorrindo, na mesma hora ele corou.
- Acabou! – disse a menina olhando para a garrafa vazia.
- Te pago outra! – Max ofereceu.
- Oloco! Mas já estou cheia! – respondeu ela passando a mão pela barriga e sentindo-se estufada.
- Ninguém se enche de coca! Garçom!
- Sim?!
- Me traz mais duas cocas! A minha também acabou! – disse rindo da garrafinha vazia.
- Aí eu vou explodir!
- Vai não! – ele riu.
Minutos depois o garçom volta com duas garrafinhas de coca. No começo os dois estavam tímidos, mas logo foram se animando um com o outro e bebendo mais e mais coca.- HÁ-HÁ-HÁ! Eu acho que coca não me faz bem! – gargalhou Francine.
- Nem a mim! – riu Max dando um arroto alto, fazendo as pessoas ao lado olharem pra ele. Francine deu outra gargalhada.
- Ai, Max, seu comédia!
- Francine! Me responde uma coisa, onde você estuda?
- No Cambridge High School! – respondeu a garota tomando mais um pouco da sua coca – E você?
- Também! – ele respondeu alegre.
- Sério? – perguntou Francine fazendo caras e bocas.
- Sim!
- Mas como eu nunca vi você por lá?
- Sabe que eu também não sei? – eles começaram a rir.
- Sério, coca não me faz bem! – riu a garota encarando a coca e se deparou com Max lendo o rótulo da garrafa – O que está fazendo? – perguntou rindo.
- Vendo se nessa coca não tem álcool ! – Francine deu uma gargalhada bem alta, chamando atenção de quem passava.
- Eita! – riu Max . Francine já estava com calor, mais que o normal, de tanto rir.
- Tá calor, né? – disse a menina se abanando com a mão!
- Tá, né? – disse Max com um sorriso malicioso no rosto.
- Max! Que horror! – Francine ficou vermelha na hora.
- Francine!
- Hm! – ele riu com a reação dela.
- Você tem namorado? – Francine não esperava por essa pergunta e mordeu o canto do lábio inferior, olhando nos olhos dele.
- Por que?
- Quer um Halls? - perguntou oferecendo uma bala pra ele.
- Tô com bafo? – ela riu.
- Não, pelo contrário! Mas vai ficar mais gostoso do que já está! – ele riu e pegou o Halls – Traz mais duas cocas, por favor? – pediu Francine para o garçom que riu, sabia que eles tinham bebido cerca de 6 cocas cada um.
E assim foi! Eles iam bebendo coca, rindo, conversando, beijando e chupando... halls [N/A:ahhh suas malicioooosasss!!! ]
Fim! Vai uma coca aê?
- Por favor uma coca-cola pedio francine
Também quero! – pediu um rapaz sentando ao lado dela.
- Um minutinho! – pediu o garçom.
Francine deu uma olhada para o lado e reparou bem no garoto que batucava com a mão no balcão. Ele era bonito e cheiroso.
- Aqui está! – o garçom chegou entregando as cocas aos seus respectivos donos.
- Obrigada!
- Obrigado!
Francine pegou um canudinho e começou a beber. O rapaz do lado fez o mesmo e ela deu um sorriso, pensando que ele a estaria copiando.
Ele percebeu a garota ali ao seu lado desde que chegara e resolveu puxar assunto.
- Você é nova por aqui?
- Hã? – Francine olhou pro lado – Não! Já moro aqui há 10 anos!
- Eu também ! – ele sorriu pra ela e ela o retribuiu com outro sorriso – Desculpa a pergunta, mas é que por aqui não costuma ter meninas bonitas.
Francine deu um sorriso e continuou tomando sua coca.
- Hum! – ele continuou bebendo – Está boa essa coca não é mesmo?
- É só coca! Não tem nada demais! – riu a garota
- Eu sei, mas é que está quente e é gostoso beber uma dessas bem gelada! – Francine por sua vez somente sorriu e seguiu bebendo sua coca.
O silêncio os tomou. Ele começou a cantar uma música dos Rolling Stones, bem baixinho e ela conseguiu ouvir.
- Eu adoro essa música! – respondeu Francine se virando pra ele.
- É mesmo? Eu também! – ele desta vez sorriu pra ela – Como você se chama?
- Francine! E você?
- Max! – eles estenderam uma mão um ao outro e se cumprimentaram.
O silêncio voltou. ‘Queria ser esse canudinho dela’, pensou Max olhando pra boca da menina, que tomava sua coca. ‘Ai, o que ele está olhando?’, ela se perguntou e olhou pra ele sorrindo, na mesma hora ele corou.
- Acabou! – disse a menina olhando para a garrafa vazia.
- Te pago outra! – Max ofereceu.
- Oloco! Mas já estou cheia! – respondeu ela passando a mão pela barriga e sentindo-se estufada.
- Ninguém se enche de coca! Garçom!
- Sim?!
- Me traz mais duas cocas! A minha também acabou! – disse rindo da garrafinha vazia.
- Aí eu vou explodir!
- Vai não! – ele riu.
Minutos depois o garçom volta com duas garrafinhas de coca. No começo os dois estavam tímidos, mas logo foram se animando um com o outro e bebendo mais e mais coca.- HÁ-HÁ-HÁ! Eu acho que coca não me faz bem! – gargalhou Francine.
- Nem a mim! – riu Max dando um arroto alto, fazendo as pessoas ao lado olharem pra ele. Francine deu outra gargalhada.
- Ai, Max, seu comédia!
- Francine! Me responde uma coisa, onde você estuda?
- No Cambridge High School! – respondeu a garota tomando mais um pouco da sua coca – E você?
- Também! – ele respondeu alegre.
- Sério? – perguntou Francine fazendo caras e bocas.
- Sim!
- Mas como eu nunca vi você por lá?
- Sabe que eu também não sei? – eles começaram a rir.
- Sério, coca não me faz bem! – riu a garota encarando a coca e se deparou com Max lendo o rótulo da garrafa – O que está fazendo? – perguntou rindo.
- Vendo se nessa coca não tem álcool ! – Francine deu uma gargalhada bem alta, chamando atenção de quem passava.
- Eita! – riu Max . Francine já estava com calor, mais que o normal, de tanto rir.
- Tá calor, né? – disse a menina se abanando com a mão!
- Tá, né? – disse Max com um sorriso malicioso no rosto.
- Max! Que horror! – Francine ficou vermelha na hora.
- Francine!
- Hm! – ele riu com a reação dela.
- Você tem namorado? – Francine não esperava por essa pergunta e mordeu o canto do lábio inferior, olhando nos olhos dele.
- Por que?
- Não responde uma pergunta com outra pergunta! – ela deu um sorriso sem graça.
- Okay! Eu ... não tenho namorado! – ele sorriu no canto da boca.
- Hm! – ela deu um gole de sua coca.
- E ... você ? – Francine perguntou com vergonha.
- Não! Eu não tenho namorado! – ela olhou pro lado sem entender e do nada caiu na gargalhada.
- HÁ-HÁ-HÁ !!! Ai, seu comédia ! Responde sério ! – ela deu um tapinha no braço dele.
- Curiosa? – riu mais uma vez malicioso.
- Não! É que você ... ai, responde, Max!
- Okay, okay! Não, eu não tenho namorada! – riu pra ela e deu um gole na coca dele.
Ela não disse nada e o silêncio os tomou como no começo. Max começou a mexer na garrafa impaciente com o silêncio entre eles. Francine deu o último gole da garrafa, fazendo barulho e quebrou o silêncio com uma gargalhada
- Tá doida? – perguntou Max rindo da menina.
Ela olhou pra ele e viu um cílio no rosto dele.
- Espera aí, Max, você tem ... um ... – ela foi se aproximando dele pra tirar o cílio, sem perceber que ele olhava pra boca dela.
Ele foi chegando mais próximo do rosto dela, mas ela logo se afastou, sem nem ao menos perceber a aproximação dele.
- Pronto! – disse ela após tirar o cílio dele. Max ficou sem graça, mas ainda sim se aproximou dela e a beijou. Ela ficou sem reação alguma e logo romperam o beijo. Ela o olhou sem graça nos olhos e começou a rir.
- É, coca não te faz bem mesmo! – riu o garoto.
- Não! É que esse seu beijo tava demorando!
- Como assim?
- Eu já queria beija-lo!
- Hum! Então vem cá! – ele disse com um sorriso maroto no rosto a chamando pra mais perto dele.
Ela então se aproximou dele e se beijaram como se fossem dois apaixonados. Francine então rompeu o beijo. - Okay! Eu ... não tenho namorado! – ele sorriu no canto da boca.
- Hm! – ela deu um gole de sua coca.
- E ... você ? – Francine perguntou com vergonha.
- Não! Eu não tenho namorado! – ela olhou pro lado sem entender e do nada caiu na gargalhada.
- HÁ-HÁ-HÁ !!! Ai, seu comédia ! Responde sério ! – ela deu um tapinha no braço dele.
- Curiosa? – riu mais uma vez malicioso.
- Não! É que você ... ai, responde, Max!
- Okay, okay! Não, eu não tenho namorada! – riu pra ela e deu um gole na coca dele.
Ela não disse nada e o silêncio os tomou como no começo. Max começou a mexer na garrafa impaciente com o silêncio entre eles. Francine deu o último gole da garrafa, fazendo barulho e quebrou o silêncio com uma gargalhada
- Tá doida? – perguntou Max rindo da menina.
Ela olhou pra ele e viu um cílio no rosto dele.
- Espera aí, Max, você tem ... um ... – ela foi se aproximando dele pra tirar o cílio, sem perceber que ele olhava pra boca dela.
Ele foi chegando mais próximo do rosto dela, mas ela logo se afastou, sem nem ao menos perceber a aproximação dele.
- Pronto! – disse ela após tirar o cílio dele. Max ficou sem graça, mas ainda sim se aproximou dela e a beijou. Ela ficou sem reação alguma e logo romperam o beijo. Ela o olhou sem graça nos olhos e começou a rir.
- É, coca não te faz bem mesmo! – riu o garoto.
- Não! É que esse seu beijo tava demorando!
- Como assim?
- Eu já queria beija-lo!
- Hum! Então vem cá! – ele disse com um sorriso maroto no rosto a chamando pra mais perto dele.
- Quer um Halls? - perguntou oferecendo uma bala pra ele.
- Tô com bafo? – ela riu.
- Não, pelo contrário! Mas vai ficar mais gostoso do que já está! – ele riu e pegou o Halls – Traz mais duas cocas, por favor? – pediu Francine para o garçom que riu, sabia que eles tinham bebido cerca de 6 cocas cada um.
E assim foi! Eles iam bebendo coca, rindo, conversando, beijando e chupando... halls [N/A:ahhh suas malicioooosasss!!! ]
Fim! Vai uma coca aê?
sexta-feira, 3 de setembro de 2010
Ele: Eu te amo
Ela: Obrigada.
Ele: Quando você vai dizer que me ama?
Ela: Quando eu realmente te amar.
Ele: Me sinto fraco quando você responde um mero obrigada.
Ela: Nunca te obriguei a se declarar pra mim. Só quero que você sinta.
Ele: Você me entristece.
Ela: Odeio quando você diz isso.
Ele: Ódio é uma palavra muito forte, concorda?
Ela: Amor também é. E as pessoas a falam como se não significasse absolutamente nada.
Ela: Obrigada.
Ele: Quando você vai dizer que me ama?
Ela: Quando eu realmente te amar.
Ele: Me sinto fraco quando você responde um mero obrigada.
Ela: Nunca te obriguei a se declarar pra mim. Só quero que você sinta.
Ele: Você me entristece.
Ela: Odeio quando você diz isso.
Ele: Ódio é uma palavra muito forte, concorda?
Ela: Amor também é. E as pessoas a falam como se não significasse absolutamente nada.
domingo, 29 de agosto de 2010
Eu encarei dentro de seus olhos, arregalados sob a grossa camada de cílios, e ansiei por dormir. Não pelo alívio, não para escapar do aborrecimento, mas porque eu queria sonhar. Talvez, se eu fosse capaz de ficar inconsciente, se eu pudesse sonhar, eu poderia viver por algumas horas num mundo onde ela e eu pudéssemos ficar juntos. Ela sonhava comigo. Eu queria sonhar com ela.
• Edward Cullen, em O sol da meia-noite.
Joey: Tenho uma parte doentia que adora este tipo de história.
Dawson: Que terminam mal?
Joey: Não, que nunca terminam. Pense bem, continuar a amar alguém sem esperança de um dia da certo… isso é romance.
Dawson: Isso é tragédia.
Joey: Nem todas as histórias de amor tem final feliz.
Dawson: Sim, mas pq exaltar as que não tem?
Joey: Desculpe, histórias tristes são mais fortes, eu as prefiro.
Dawson: Mas vc não acha que…
Joey: Fale.
Dawson: Dessa preferência, influencia nossa história de amor?
Joey: Claro que sim.
Dawson: Isso não a preocupa?
Joey: Não, o efeito é positivo, essas histórias lembram q o amor pode ser forte
Dawson: Mas terminam mal, Daniel Day-Lewis não fica com Michelle Pfeiffer.
Joey: A culpa não é deles, mas das circunstâncias.
Dawson: Que amor é esse q não consegue vencer as circunstâncias?
Joey: Apesar das circuntâncias, eles não deixam de se amar.
Dawson: Diga-me, Joey Potter… vc sempre me amará, não importa as circuntâncias?
Joey: Não importa… o final será feliz.
Dawson: Que terminam mal?
Joey: Não, que nunca terminam. Pense bem, continuar a amar alguém sem esperança de um dia da certo… isso é romance.
Dawson: Isso é tragédia.
Joey: Nem todas as histórias de amor tem final feliz.
Dawson: Sim, mas pq exaltar as que não tem?
Joey: Desculpe, histórias tristes são mais fortes, eu as prefiro.
Dawson: Mas vc não acha que…
Joey: Fale.
Dawson: Dessa preferência, influencia nossa história de amor?
Joey: Claro que sim.
Dawson: Isso não a preocupa?
Joey: Não, o efeito é positivo, essas histórias lembram q o amor pode ser forte
Dawson: Mas terminam mal, Daniel Day-Lewis não fica com Michelle Pfeiffer.
Joey: A culpa não é deles, mas das circunstâncias.
Dawson: Que amor é esse q não consegue vencer as circunstâncias?
Joey: Apesar das circuntâncias, eles não deixam de se amar.
Dawson: Diga-me, Joey Potter… vc sempre me amará, não importa as circuntâncias?
Joey: Não importa… o final será feliz.
[SONGFIC]What Did We Do?
[SONGFIC]What Did We Do?
Senti saudades. Chorei. Nunca mais te vi, fiquei com medo de voltar. Não consigo mais amar ninguém, pois o único amor que consegui ter foi ao teu lado.
Restrição: Há citações da música Alguém que te faz sorrir - Fresno.
Por : Ayla Miranda
Aquele seria o melhor dia para os dois, iriam viajar juntos. Francine namorava Max há seis meses e ele já havia depositado toda sua confiança nela. Eles se conheceram através de um amigo de Max, Flavio.
Max amava Francine e, por ele, iriam ficar juntos para sempre.
A viagem estava perfeita, os dois lá, naquele litoral, sozinhos, a lua, o mar e o mais importante: os dois juntos.
- E aê, meus amores! – Grita a voz que eles menos queriam ouvir.
- Flavio!? O que você está fazendo aqui?
Sempre era ele que estragava tudo! O intrometido. Flavio havia ido à mesma praia que estavam.
- Fiquem à vontade! Não vou ficar olhando! – Falou, deitando-se na rede. Francine olhou para o namorado e sorriu. Max não estava acreditando, tanta luta para ficarem sozinhos...
De manhã, o mar estava esperando, então foram. Os dois se divertiram muito e Flavio os olhava. O melhor amigo não sabia certo, mas, sem querer, estava desejando a namorada do outro. Max estava tentando acostumar-se com os olhares de Flavio para com Francine. Ele confiava muito no amigo e em sua namorada.
- Eu estou indo comprar comida, amor!Max amava Francine e, por ele, iriam ficar juntos para sempre.
A viagem estava perfeita, os dois lá, naquele litoral, sozinhos, a lua, o mar e o mais importante: os dois juntos.
- E aê, meus amores! – Grita a voz que eles menos queriam ouvir.
- Flavio!? O que você está fazendo aqui?
Sempre era ele que estragava tudo! O intrometido. Flavio havia ido à mesma praia que estavam.
- Fiquem à vontade! Não vou ficar olhando! – Falou, deitando-se na rede. Francine olhou para o namorado e sorriu. Max não estava acreditando, tanta luta para ficarem sozinhos...
De manhã, o mar estava esperando, então foram. Os dois se divertiram muito e Flavio os olhava. O melhor amigo não sabia certo, mas, sem querer, estava desejando a namorada do outro. Max estava tentando acostumar-se com os olhares de Flavio para com Francine. Ele confiava muito no amigo e em sua namorada.
- Tudo bem, amor! Eu vou tomar banho. – Respondeu Francine, já no banheiro.
Max foi, mas Flavio ainda estava no mar. Porém, Max nem ligou, como ele poderia desconfiar dele? Era seu melhor amigo. Mal sabia que estava totalmente enganado.
Flavio desejava Francine perdidamente e foi até a praia em que estavam para vê-la, porém não podia trair Max. Mas Francine provocava. Saiu do banho só com a toalha cobrindo-a.
Flavio enlouquecia. Faoi até ela, os dois se olharam e, quando perceberam, os corpos, a pele, as bocas, já estavam juntos.
‘Alguém que não vai mentir, que não quer te magoar’
Max viu a cena pela janela do carro. Tudo estava acabado. O que ele sentiu, na hora, foi uma mistura de raiva, dor, traição... Não queria ver que tudo o que passou com Francine era mentira.
Com raiva, arrebentou a porta e Francine e Flavio se afastaram. Max, chorando, olhou para Francine, que estava assustada e tentava se explicar.
- Não, eu não vou acreditar em vocês! Para mim, vocês já não existem mais! – Arrancou a aliança do dedo e jogou-a no chão. – Sejam felizes!
Saiu. Flavio olhou para Francine.
- O que nós fizemos? Não era...
Francine não o ouviu e correu em direção a Max, que tirava o carro da garagem.
- Eu amo você, Max!
- Sério? – Falou ironicamente. – Bom pra você! Você fez uma coisa sem perdão, garota! Meu melhor amigo e meu grande amor, juntos? Não quero nem lembrar que você algum dia me beijou.
Tente me ouvir, tente me ver, com outro alguém do seu lado’
‘Max saiu com o carro e foi embora. Francine não sabia e não queria acreditar no que havia feito! Perdeu seu maior amor! Flavio não queria acabar com tudo, mas amava Francine desde pequeno.
- Eu não queria, mas eu te amo! – disse Flavio, segurando a mão de Francine.
- Me solta, você é tão idiota, olha o que você fez! Veio aqui para acabar com minha felicidade. Me esquece, Flavio!
‘Alguém que te faz sorrir, alguém que vai te abraçar, quando a escuridão cair, de mim você vai lembrar’
Fim
quarta-feira, 25 de agosto de 2010
Garoto: Parece que é para sempre.OOOOOOOOOOOOOWN =(
Garota: Eu me pergunto se ele ainda se importa.
Garoto: Ela está melhor que nunca.
Garota: Eu não conseguia parar de olhar para ele.
Garoto: Eu perguntei como as coisas estão indo.
Garota: Eu perguntei sobre a nova namorada dele.
Garoto: Eu a escolheria entre qualquer garota que eu esteja agora.
Garota: Ele provavelmente está feliz agora.
Garoto: Eu não podia vê-la chorando.
Garota: Ele não podia se quer olhar para mim.
Garoto: Eu falei que sentia falta dela.
Garota: Ele não quis dizer isso.
Garoto: Eu quero dizer isso.
Garota: Ele não quer dizer isso.
Garoto: Eu a amo.
Garota: Ele ama sua nova namorada.
Garoto: Eu a segurei pela última vez.
Garota: Ele me deu um abraço amigável.
Garoto: Então eu fui para casa e chorei.
Garota: Então eu fui para casa e chorei.
Garoto: Eu a perdi.
Garota: Eu o amo.
perfeito!
terça-feira, 24 de agosto de 2010
Amor que é amor dura a vida inteira. Se não durou, porque nunca foi amor.
O amor resiste à distância, ao silencio das separações até as traições.
Sem perdão, não há Amor.
Diga-me quem você perdoou na vida, e então saberei dizer quem você mais amou.
O amor é equação onde prevalece a multiplicação do perdão. Você o percebe no momento em que outro fez tudo errado, e mesmo assim você olha nos olhos dele e diz: “Mesmo fazendo tudo errado, eu não sei viver sem você, Eu não posso ser nem a metade do que sou se você não estiver perto” O Amor nos possibilita enxergar lugares do nosso coração que sozinhos jamais poderíamos enxergar. O poeta soube traduzir bem quando disse: “Se não te amasse tanto assim, talvez perdesses os sonhos dentro de mim, e vivesse na escuridão. Se não te amasse tanto assim, talvez não visse flores por onde eu vi, dentro do meu coração!”.
Deus
“O amor de Deus por nós é aquele amor que olha para o fundo de nossa alma e é capaz de enxergar que ainda valemos a pena, apesar de nós mesmos já estarmos convencidos do contrário.”
(Pe. Fábio de Melo)
(Pe. Fábio de Melo)
domingo, 22 de agosto de 2010
A despedida
“Se por um instante Deus se esquecesse de que sou uma marioneta de trapo e me oferecesse mais um pouco de vida, não diria tudo o que penso, mas pensaria tudo o que digo. Daria valor às coisas, não pelo que valem, mas pelo que significam. Dormiria pouco, sonharia mais, entendo que por cada minuto que fechamos os olhos, perdemos sessenta segundos de luz. Andaria quando os outros param, acordaria quando os outros dormem. Ouviria quando os outros falam, e como desfrutaria de um bom gelado de chocolate!
Se Deus me oferecesse um pouco de vida, vestir-me-ia de forma simples, deixando a descoberto, não apenas o meu corpo, mas também a minha alma. Meu Deus, se eu tivesse um coração, escreveria o meu ódio sobre o gelo e esperava que nascesse o sol. Pintaria com um sonho de Van Gogh sobre as estrelas de um poema de Benedetti, e uma canção de Serrat seria a serenata que ofereceria à lua. Regaria as rosas com as minhas lágrimas para sentir a dor dos seus espinhos e o beijo encarnado das suas pétalas…
Meu Deus, se eu tivesse um pouco de vida… Não deixaria passar um só dia sem dizer às pessoas de quem gosto que gosto delas. Convenceria cada mulher ou homem que é o meu favorito e viveria apaixonado pelo amor. Aos homens provar-lhes-ia como estão equivocados ao pensar que deixam de se apaixonar quando envelhecem, sem saberem que envelhecem quando deixam de se apaixonar! A uma criança, dar-lhe-ia asas, mas teria que aprender a voar sozinha. Aos velhos, ensinar-lhes-ia que a morte não chega com a velhice, mas sim com o esquecimento.
Tantas coisas aprendi com vocês, os homens… Aprendi que todo o mundo quer viver em cima da montanha, sem saber que a verdadeira felicidade está na forma de subir a encosta. Aprendi que quando um recém-nascido aperta com a sua pequena mão, pela primeira vez, o dedo do seu pai, o tem agarrado para sempre. Aprendi que um homem só tem direito a olhar outro de cima para baixo quando vai ajudá-lo a levantar-se. São tantas as coisas que pude aprender com vocês, mas não me hão-de servir realmente de muito, porque quando me guardarem dentro dessa maleta, infelizmente estarei a morrer…”
- Gabriel Garcia Marquez
Se Deus me oferecesse um pouco de vida, vestir-me-ia de forma simples, deixando a descoberto, não apenas o meu corpo, mas também a minha alma. Meu Deus, se eu tivesse um coração, escreveria o meu ódio sobre o gelo e esperava que nascesse o sol. Pintaria com um sonho de Van Gogh sobre as estrelas de um poema de Benedetti, e uma canção de Serrat seria a serenata que ofereceria à lua. Regaria as rosas com as minhas lágrimas para sentir a dor dos seus espinhos e o beijo encarnado das suas pétalas…
Meu Deus, se eu tivesse um pouco de vida… Não deixaria passar um só dia sem dizer às pessoas de quem gosto que gosto delas. Convenceria cada mulher ou homem que é o meu favorito e viveria apaixonado pelo amor. Aos homens provar-lhes-ia como estão equivocados ao pensar que deixam de se apaixonar quando envelhecem, sem saberem que envelhecem quando deixam de se apaixonar! A uma criança, dar-lhe-ia asas, mas teria que aprender a voar sozinha. Aos velhos, ensinar-lhes-ia que a morte não chega com a velhice, mas sim com o esquecimento.
Tantas coisas aprendi com vocês, os homens… Aprendi que todo o mundo quer viver em cima da montanha, sem saber que a verdadeira felicidade está na forma de subir a encosta. Aprendi que quando um recém-nascido aperta com a sua pequena mão, pela primeira vez, o dedo do seu pai, o tem agarrado para sempre. Aprendi que um homem só tem direito a olhar outro de cima para baixo quando vai ajudá-lo a levantar-se. São tantas as coisas que pude aprender com vocês, mas não me hão-de servir realmente de muito, porque quando me guardarem dentro dessa maleta, infelizmente estarei a morrer…”
- Gabriel Garcia Marquez
sábado, 21 de agosto de 2010
Eu, comigo.
“Não é que eu seja fria ou indiferente, é que as vezes não é necessário demonstrar todos os meus sentimentos, pra pessoas que não os entendem.”
Tudo passa, e vai passar….
A dor do parto. A cólica do neném. O mau-humor do adolescente. A época da chuva. O cansaço. A fama. Essa lua cheia. O próximo eclipse. O estado de paixão. A falta de paciência. A saudade. A tarefa chata. A melhor parte do livro. O gosto do beijo. O problema insolúvel. A tendência da moda. O medo da separação.
O tempo de espera. O estranhamento com o novo. A vaidade com o prêmio. A falta de dinheiro. O frio na barriga. A causa da briga. O viço da pele. A crise de depressão. A graça da piada. O luto. O tesão. O tempo de escola. O período de provas. A bronca do chefe. Os preparativos para a viagem. A festa tão programada. A ressaca. O motivo da comemoração. A mágoa. O sono. A TPM. O dia de hoje. Todas as vidas e até a uva….
Tudo passa, e vai passar….
A dor do parto. A cólica do neném. O mau-humor do adolescente. A época da chuva. O cansaço. A fama. Essa lua cheia. O próximo eclipse. O estado de paixão. A falta de paciência. A saudade. A tarefa chata. A melhor parte do livro. O gosto do beijo. O problema insolúvel. A tendência da moda. O medo da separação.
O tempo de espera. O estranhamento com o novo. A vaidade com o prêmio. A falta de dinheiro. O frio na barriga. A causa da briga. O viço da pele. A crise de depressão. A graça da piada. O luto. O tesão. O tempo de escola. O período de provas. A bronca do chefe. Os preparativos para a viagem. A festa tão programada. A ressaca. O motivo da comemoração. A mágoa. O sono. A TPM. O dia de hoje. Todas as vidas e até a uva….
*-*
“Aprendi que o Tempo cura. Que magoa Passa. Que Decepção Não mata. Que hoje é Reflexo de ontem. Que os verdadeiros amigos Permanecem. Que a dor Fortalece. Que sonhar não é Fantasiar. Que beleza Não está no que vemos e sim no que sentimos. Que o valor está na Força da conquista. Que o olhar Não mente. Que Tudo depende da nossa vontade. Que amores eternos podem acabar em uma Noite. Que Grandes amigos podem se tornar Grandes inimigos. Que o amor sozinho, Não Tem a Força que imaginei. Que Posso dizer que amei e no Fundo descobrir que Nem Gostei. Que ouvir aos outros pode ser o melhor Remédio ou o Pior veneno. Que a Gente Nunca conhece uma Pessoa de verdade, afinal Gastamos uma vida inteira para conhecer a nós mesmos. Que confiança Não é questão de Luxo, e sim de sobrevivência. Que os Poucos amigos que Te apoiam na Queda, são muito mais Fortes do que os mtos que Te empurram. Que o ‘Nunca mais’ Nunca se cumpre. Que o ‘Para sempre’ sempre acaba. Que vou Sempre me surpreender, seja com os outros ou comigo mesmo.”
Popularidade:*

como ser popular, mas as meninas acabam se importando com isso de um forma muito maior que os meninos. Com isso acabam até fazendo algumas coisas forçadas.
Abaixo algumas dicas para melhorar sua popularidade.
Como ser Popular?
• Tenha seu estilo, as vezes estar na moda não significa ser estiloso, tenha um estilo próprio e procure não forçar muito.• Para ser popular você não precisa ser puxa saco, se comporte com naturalidade e o principal seja humilde que as amizades vem naturalmente.
Comportamento
Na Internet
A internet pode ser a seu favor ou fazer mal, ter centenas de amigos ou milhares de recados no orkut. Não vai te deixar popular. Não seja aquele chato de MSN que fica forçando papo com mensagens: oi como foi seu dia? quais são as novis?. Isso só piora as coisas, seja natural, se o assunto acabar não force, acabou, acabou e ponto final.
E lembre-se alguns amigos verdadeiros valem mais do que centenas de colegas.
O cara da praia
Autora: Ayla
Descrição: Francine tem que tomar conta da sua irmãzinha na praia, e quando ela tenta fugir acaba tropeçando em alguém…
Gênero: Comédia e Romance.
Classificação: Livre.
Não, retiro o que disse. O lugar mais chato mesmo é a casa da sua tia avó que fica insistindo em dizer como você cresceu.
Mas voltando à praia... Por que eu estou aqui mesmo? Ah é verdade, fui obrigada à vir aqui porque minha querida irmã não pode ficar sozinha um minuto.
Acho que vou ali naquele barzinho pra ver se dou uma escapada daqui, enquanto a pirralha brinca na areia. Eu posso driblar algumas pessoas e pedir pra um estranho tomar conta dela. Isso, plano prefeito!
A menina começou a correr entre as pessoas, então acabou tropeçando em alguém que estava no meio do caminho, um pouco mais distante das pessoas.
- Ai seu traste, olha por onde anda. – disse a garota com a cara vermelha de raiva.
- Mas foi você que veio correndo e tropeçou em mim. – disse ele com uma gota.
- Ah, não importa, você poderia deixar eu me levantar pra continuar a minha fuga?
- Fuga?!? Você está fugindo da polícia por acaso? – perguntou ele fazendo cara de assustado.
- Não, eu não estou fugindo da polícia. Apenas estou fugindo da minha irmã mais nova, que fui obrigada a tomar conta porque... Por que eu estou te contando isso? E agora me solte. – disse já perdendo a paciência.
- Você está me contando isso porque não resistiu ao meu charme e precisou de algum assunto pra continuar agarrada em mim. – disse ele com um sorriso cínico – E respondendo a sua pergunta ou mandato, seja como for: não, eu não vou te deixar levantar. – disse ele apertando-a mais contra seu corpo.
- Há há há... muito engraçado. Solte-me. – ela falou com um pouco de medo na voz, o que não passou despercebido pelo rapaz.
- Ok, eu vou te soltar, mas se você me prometer que não vai fugir e vai ficar aqui do meu lado. – falou ele afrouxando os braços em volta dela.
- Está bem. Eu fico aqui. – ela ficou mais aliviada depois que ele a soltou, mas também agora pôde notar como o rapaz era lindo, e acabou corando com o pensamento.
- Sabia que você fica uma gracinha vermelhinha desse jeito. A propósito meu nome é Max, tenho 21 e estou solteiro. E você? – ele falou com um sorriso maroto.
- Nossa já quer baixar a minha ficha completa, é?!?! – ela falou brincando, mas recebeu um olhar reprovador. - Ok, meu nome é Francine, tenho 17 anos e também estou solteira. Feliz agora?
Muito. – disse ele sem esconder o sorriso. – Então você estava dizendo que estava aqui para cuidar da sua irmã.
- Eu estou cuidando da minha irmã, porque meus pais saíram em uma segunda lua de mel, e não podiam levá-la. Sabe como é. Mas eu odeio quando fazem isso, eles bem que podiam largá-la na casa da nossa avó, que eu iria ficar curtindo minha liberdade à vontade. – disse e na hora que se virou ela viu aquele terrível medo que a perseguia desde criança se aproximar. – Aii não, me esconde.
- Te esconder do que? – disse Max sem entender, procurando o que poderia ter assustado a menina.
- Do palhaço. – ela disse se agarrando ao jovem. O que fez Max abrir um sorriso, que não foi percebido pela menina.
- Calma Fran, está tudo bem. Eu estou aqui pra te proteger. – disse Max afagando os cabelos de Francine. – Ele já foi. Pronto.
- Ai, desculpe, eu sei que você deve estar me achando uma idiota agora, mas não posso evitar, tenho medo de palhaços desde pequena. Deve ser algum trauma. – Francine disse com vergonha, se escondendo no peito de Max.
- Não te acho uma idiota, e se você quer saber, eu também tenho medos que ainda não foram superados. Mas se você quiser, podemos superá-los juntos. – Max disse levantando a cabeça de Francine e olhando nos olhos dela.
Ela já não resistindo a proximidade, começa a se desfazer do espaço entre os dois, até que o espaço já não existia mais e eles se beijaram. Qualquer um que os visse pensaria que são um apenas mais um casal apaixonado curtindo a praia. Ficaram se beijando por mais alguns minutos, até que sentiram o ar faltar e separaram as bocas. Continuaram abraçados e se encarando.
Eu acho ótimo, e acho que eu já tenho que ir. – Francine disse com uma cara de cachorro sem dono.
- Ah, então eu te levo até onde a sua irmã está. – ele disse se levantando e ajudando-a a levantar. Eles andaram na praia com ele segurando sua cintura e a apertando mais perto quando algum cara passava e olhava para Francine.
- Nossa, já está com ciúmes, amor? – ela disse com voz debochada.
- É claro que sim. Você acha que eu não iria ficar com ciúmes de uma menina linda como você? Mas você já é minha então não preciso me preocupar. – disse ele olhando-a nos olhos, o que a fez corar e ele abrir um sorriso. – Eu já disse como você fica fofa com vergonha?!
- E você é muito convencido sabia. – disse Fran. Eles já estavam se aproximando para se beijarem outra vez. Até que escutam uma voz que os faz se separar.
- Francine, você está aí. Eu estava te esperando. Onde você estava? Bem não importa agora, eu quero ir embora. Vamos! – disse a irmã mais nova de Francine.
- Bom até o nosso encontro, então. – disse Max dando um selinho nela.
- Até. – falou Fran em outro mundo.
Depois daquele dia, ela agradeceu aos seus pais por terem deixado a pirralha com ela, porque sem ela, Francine nunca teria conhecido seu Max: O cara da praia.
Fim.
Descrição: Francine tem que tomar conta da sua irmãzinha na praia, e quando ela tenta fugir acaba tropeçando em alguém…
Gênero: Comédia e Romance.
Classificação: Livre.
Obs: como eu era fã do Ex-casal do BBB9 todas as minhas Fanfics era de Max & Fran OASKOASKOKS *-*
Praia... O lugar mais chato da Terra...Não, retiro o que disse. O lugar mais chato mesmo é a casa da sua tia avó que fica insistindo em dizer como você cresceu.
Mas voltando à praia... Por que eu estou aqui mesmo? Ah é verdade, fui obrigada à vir aqui porque minha querida irmã não pode ficar sozinha um minuto.
Acho que vou ali naquele barzinho pra ver se dou uma escapada daqui, enquanto a pirralha brinca na areia. Eu posso driblar algumas pessoas e pedir pra um estranho tomar conta dela. Isso, plano prefeito!
A menina começou a correr entre as pessoas, então acabou tropeçando em alguém que estava no meio do caminho, um pouco mais distante das pessoas.
- Ai seu traste, olha por onde anda. – disse a garota com a cara vermelha de raiva.
- Mas foi você que veio correndo e tropeçou em mim. – disse ele com uma gota.
- Ah, não importa, você poderia deixar eu me levantar pra continuar a minha fuga?
- Fuga?!? Você está fugindo da polícia por acaso? – perguntou ele fazendo cara de assustado.
- Não, eu não estou fugindo da polícia. Apenas estou fugindo da minha irmã mais nova, que fui obrigada a tomar conta porque... Por que eu estou te contando isso? E agora me solte. – disse já perdendo a paciência.
- Você está me contando isso porque não resistiu ao meu charme e precisou de algum assunto pra continuar agarrada em mim. – disse ele com um sorriso cínico – E respondendo a sua pergunta ou mandato, seja como for: não, eu não vou te deixar levantar. – disse ele apertando-a mais contra seu corpo.
- Há há há... muito engraçado. Solte-me. – ela falou com um pouco de medo na voz, o que não passou despercebido pelo rapaz.
- Ok, eu vou te soltar, mas se você me prometer que não vai fugir e vai ficar aqui do meu lado. – falou ele afrouxando os braços em volta dela.
- Está bem. Eu fico aqui. – ela ficou mais aliviada depois que ele a soltou, mas também agora pôde notar como o rapaz era lindo, e acabou corando com o pensamento.
- Sabia que você fica uma gracinha vermelhinha desse jeito. A propósito meu nome é Max, tenho 21 e estou solteiro. E você? – ele falou com um sorriso maroto.
- Nossa já quer baixar a minha ficha completa, é?!?! – ela falou brincando, mas recebeu um olhar reprovador. - Ok, meu nome é Francine, tenho 17 anos e também estou solteira. Feliz agora?
Muito. – disse ele sem esconder o sorriso. – Então você estava dizendo que estava aqui para cuidar da sua irmã.
- Eu estou cuidando da minha irmã, porque meus pais saíram em uma segunda lua de mel, e não podiam levá-la. Sabe como é. Mas eu odeio quando fazem isso, eles bem que podiam largá-la na casa da nossa avó, que eu iria ficar curtindo minha liberdade à vontade. – disse e na hora que se virou ela viu aquele terrível medo que a perseguia desde criança se aproximar. – Aii não, me esconde.
- Te esconder do que? – disse Max sem entender, procurando o que poderia ter assustado a menina.
- Do palhaço. – ela disse se agarrando ao jovem. O que fez Max abrir um sorriso, que não foi percebido pela menina.
- Calma Fran, está tudo bem. Eu estou aqui pra te proteger. – disse Max afagando os cabelos de Francine. – Ele já foi. Pronto.
- Ai, desculpe, eu sei que você deve estar me achando uma idiota agora, mas não posso evitar, tenho medo de palhaços desde pequena. Deve ser algum trauma. – Francine disse com vergonha, se escondendo no peito de Max.
- Não te acho uma idiota, e se você quer saber, eu também tenho medos que ainda não foram superados. Mas se você quiser, podemos superá-los juntos. – Max disse levantando a cabeça de Francine e olhando nos olhos dela.
Ela já não resistindo a proximidade, começa a se desfazer do espaço entre os dois, até que o espaço já não existia mais e eles se beijaram. Qualquer um que os visse pensaria que são um apenas mais um casal apaixonado curtindo a praia. Ficaram se beijando por mais alguns minutos, até que sentiram o ar faltar e separaram as bocas. Continuaram abraçados e se encarando.
Eu acho ótimo, e acho que eu já tenho que ir. – Francine disse com uma cara de cachorro sem dono.
- Ah, então eu te levo até onde a sua irmã está. – ele disse se levantando e ajudando-a a levantar. Eles andaram na praia com ele segurando sua cintura e a apertando mais perto quando algum cara passava e olhava para Francine.
- Nossa, já está com ciúmes, amor? – ela disse com voz debochada.
- É claro que sim. Você acha que eu não iria ficar com ciúmes de uma menina linda como você? Mas você já é minha então não preciso me preocupar. – disse ele olhando-a nos olhos, o que a fez corar e ele abrir um sorriso. – Eu já disse como você fica fofa com vergonha?!
- E você é muito convencido sabia. – disse Fran. Eles já estavam se aproximando para se beijarem outra vez. Até que escutam uma voz que os faz se separar.
- Francine, você está aí. Eu estava te esperando. Onde você estava? Bem não importa agora, eu quero ir embora. Vamos! – disse a irmã mais nova de Francine.
- Bom até o nosso encontro, então. – disse Max dando um selinho nela.
- Até. – falou Fran em outro mundo.
Depois daquele dia, ela agradeceu aos seus pais por terem deixado a pirralha com ela, porque sem ela, Francine nunca teria conhecido seu Max: O cara da praia.
Fim.
sexta-feira, 20 de agosto de 2010
Divã
“Se não era amor, era da mesma família. Pois sobrou o que sobra dos corações abandonados. A carência. A saudade. A mágoa. Um quase desespero, uma espécie de avião em queda que a gente sabe que vai se estabilizar, só não se sabe se vai ser antes ou depois de se chocar contra o solo. Eu bati a 200 km por hora e estou voltando á pé pra casa, avariada.
Eu sei, não precisa me dizer outra vez. Era uma diversão, uma paixonite, um jogo entre adultos. Telvez este seja o ponto. Talvez eu Não seja adulta o suficiente para brincar tão longe do meu patio, do meu quarto, das minhas bonecas. Onde é que eu estava com a cabeça, de acreditar em contos de fada, de achar que a gente muda o que sente, e que bastaria apertar um botão que as luzes apagariam e eu voltaria a minha vida satisfatória,sem seqüelas, sem registro de ocorrência? Eu não amei aquele cara. Eu tenho certeza que não. Eu amei a mim mesma naquela verdade inventada.
Não era amor,era uma sorte. Não era amor, era uma travessura. Não era amor, eram dois travesseiros. Não era amor, eram dois celulares desligados. Não era amor, era de tarde. Não era amor, era inverno. Não era amor, era sem medo. NÃO ERA AMOR, ERA MELHOR”
Marta Medeiros
♪
“Eu sou feita de Sonhos interrompidos, detalhes despercebidos, amores mal resolvidos. Sou feita de Choros sem ter razão, pessoas no coração ,atos por impulsão. Sinto falta de Lugares que não conheci, experiências que não vivi, momentos que já esqueci. Eu sou Amor e carinho constante, distraída até o bastante, não paro por instante. Já Tive noites mal dormidas, perdi pessoas muito queridas, cumpri coisas não-prometidas. Muitas vezes eu Desisti sem mesmo tentar, pensei em fugir para não enfrentar, sorri para não chorar. Eu sinto pelas Coisas que não mudei, amizades que não cultivei, aqueles que eu julguei, coisas que eu falei. Tenho saudade De pessoas que fui conhecendo, lembranças que fui esquecendo, amigos que acabei perdendo .. Mas continuo vivendo e aprendendo.”
As unhas roídas e o olhar perdido davam sinais de ansiedade… Estava cansada de ver o mundo por uma janela, tudo que mais queria era poder sair e viver. Aquela sucessão de dias iguais a estava deixando louca e cada vez mais perdida.
Ela precisava de um pouco de liberdade pra voltar a viver, antes que os acontecimentos lá de fora, atropelassem sua vida estacionada. Estava cansada… Não era um esgotamento físico, era na alma.
Talvez muitos nem saibam o que é isso.
Infinito Amoor;*
E me dou o direito de errar sem me cobrar, e acertar sem me gabar, porque descobri, no caminho incerto da vida, que o mais importante é decidir.
E decidi, de uma vez por todas, ser feliz e esse caminho não tem volta!!!
(Paulo Roberto Gaefke)
E decidi, de uma vez por todas, ser feliz e esse caminho não tem volta!!!
(Paulo Roberto Gaefke)
“No vácuo de mim eu me despenco. Porque seria preciso também abdicar de mim mesmo para novamente reconstruir-me. Tornar a escolher os gestos, as palavras, em cada momento decidir qual dos meus seus assumir. Já esfacelei meu ser, já escolhi as porções que me são convenientes, esquecendo deliberado as outras”- Caio Fernando Abreu, in: Inventário do Ir-Remediável -
terça-feira, 19 de janeiro de 2010
Alegria
- Alegria é igual a uma borboleta: quanto mais você corre atrás, mais ela foge… daí um dia você se distrai e ela pousa em seu ombro!
Quem conhece a alegria não consegue mais aceitar humildemente a tristeza.
Apague com um sorriso, toda a tristeza que lhe invade a alma. Assim não dará os que te odeiam a alegria de te ver chorando, mas dará aos que te amam a alegria de te ver sorrindo.
Adormeci e sonhei que a vida era alegria; despertei e vi que a vida era serviço; servi e vi que o serviço era alegria.
A alegria não está nas coisas: está em nós.
A alegria, quando acompanhada de virtudes, é o combustível da alma e do espírito.
Há sentimentos que nos acusa ,mas,apenas um sorriso muda tudo.
A alegria é fruto das conquistas do dia-a-dia…
A alegria de saber que você existe faz-me forte para suportar a dor de sua ausência.
Aqueles que são alegres são bem recebidos aonde forem,pois a alegria é uma das maiores dádivas de Deus!
Se exagerássemos em nossas alegrias como fazemos em nossas perdas, nossos problemas perderiam toda sua importância.
Há duas fontes perenes de alegria pura: o bem realizado e o dever cumprido.
O melhor modo de se animar é tentar animar uma outra pessoa.
As maiores loucuras da vida são as mais sensatas alegrias o que fazemos hoje deixamos de herança para quem sonha em ser como nós loucos mais felizes.
A vida é bela pra quem sabe aproveita -lá corretamente , mas não é bela pra quem estraga ela com coisas desnecessárias.
Naum preciso ser perfeita para ter uma vida melhor , mas preciso ter cabeça para enfrentar os problemas do dia -a dia.
A alegria abre, a tristeza fecha o coração.
Felicidade não se acha, conquista-se.
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Obrigado!
É sinal de que estamos sempre na frente.